Eleições 2018. O Brasil na margem do erro

O primeiro turno das eleições, mais do que a mera definição dos candidatos que estarão disputando a presidência do país no dia 28 de outubro, coloca frente a frente dois projetos distintos de sociedade.

De um lado, um candidato que representa o retorno a um passado que se imaginava superado, marcado pelo autoritarismo e pela repressão aos movimentos sociais, associado aos interesses do mercado financeiro, cuja anunciada ameaça aos direitos trabalhistas é apenas uma pequena amostra dos retrocessos já conhecidos após a aprovação da reforma trabalhista do governo Temer.

Os bancários e bancárias sabem que a história já nos deu mostras suficientes de que Armas e Capital formam uma péssima combinação.

De outro, um candidato que representa a luta permanente da sociedade brasileira pelos avanços sociais, pela ampliação dos espaços de participação popular, pelo reconhecimento da nossa rica diversidade e pela democratização do acesso às oportunidades e ao progresso econômico, mesmo que tenhamos de reconhecer os muitos percalços neste caminho.

Dois projetos absolutamente distintos, cujo resultado irá determinar não somente a sobrevivência dos nossos empregos nos próximos quatro anos, mas que irá definir o futuro desta e das próximas gerações.

É muito provável que seja esta a eleição mais importante da nossa história, pois o que está em jogo é a oportunidade de superarmos a crise política e econômica sem abrirmos mão da nossa liberdade e das nossas responsabilidades.

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