SEEB convoca a categoria para Assembleia Geral

É preciso fortalecer a luta contra a Reforma da Previdência! Participe da assembleia no dia 6 de junho (quinta-feira)!

No dia 6 de junho, o Sindicato dos Bancários de Florianópolis e Região realizará Assembleia Geral Extraordinária, às 18 horas, na sede do SEEB, para debater e deliberar sobre a participação dos bancários e bancárias na Greve Geral, convocada pelas Centrais Sindicais para o dia 14 de junho e fortalecer a luta contra a Reforma da Previdência.

Os bancários e bancárias, ao longo do tempo, sempre demonstraram o seu protagonismo diante das dificuldades enfrentadas pela categoria e pelos demais trabalhadores, nas incontáveis crises que o país já atravessou.

A força das mobilizações nas ruas para a redemocratização do país e para o processo de reconquista de direitos, a partir da Constituição de 1988, foi fundamental para o país virar aquela página infeliz da nossa história, como tão bem definiu Chico Buarque no samba “Vai Passar”.

É inadmissível que, diante da estagnação da atividade econômica e do desemprego crescente, o governo e o Ministério da Educação pretendam, como anunciado, promover um corte brutal nos orçamentos de todas as universidades e institutos federais de educação, num injustificável ataque à produção científica e a autonomia universitária, garantida pela Constituição.

No dia 1º de Maio, milhares de trabalhadores e trabalhadoras se reuniram em todos os estados brasileiros para protestar e demonstrar ao governo, deputados e senadores, a contrariedade com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 06/2019, que altera as regras da aposentadoria, transferindo recursos públicos para o Sistema Financeiro e desmontando o Sistema de Seguridade Social.

Durante os atos do 1º de Maio, numa demonstração histórica de unidade entre as Centrais Sindicais, os trabalhadores e trabalhadoras aprovaram a convocação de uma Greve Geral contra a Reforma da Previdência no dia 14 de junho.

A hora é de reagirmos contra todas estas medidas autoritárias, que somente atendem aos interesses do capital financeiro e aumentam ainda mais as desigualdades e as injustiças sociais.

A única forma de revertermos o retrocesso civilizatório que se instaurou no país é ocuparmos as ruas novamente, assumindo cada um e cada uma o compromisso com esta e com as próximas gerações.

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