Caixa Econômica Federal

Em Florianópolis empregados fazem ato na luta pela Caixa PDF Imprimir E-mail

 
22.10.14 - Diretores do Sindicato distribuíram panfletos em defesa da CEF. A dirigente do SEEB Zuleida Martins Rosa leu um manifesto em favor da Caixa. Jacir Zimmer, Secretário-Geral do Sindicato destacou as muitas perdas sofridas pelos trabalhadores nos anos 1990. No final da atividade, empregados da Caixa e dirigentes sindicais deram as mãos e simularam um abraço à instituição. 
 
Discursos emocionados marcaram o ato na luta pela Caixa Econômica Federal, em frente ao prédio da Superintendência Regional, em Florianópolis, na manhã desta quarta, dia 22. Várias falas foram feitas no sentido de destacar o importante papel da instituição no desenvolvimento do Brasil. Também foi muito comentada a ameaça de redução deste papel, que vem sofrendo a Caixa, junto com outros bancos públicos como Banco do Brasil e BNDES, neste segundo turno das eleições. “Se há propostas do candidato do PSDB para diminuir o tamanho do Estado e enfraquecer os bancos públicos, como acreditar que vão manter os programas sociais?”, questionou o Presidente do SEEB Florianópolis e Região, Marco Aurélio Silveira Silvano, o Marquinho. Lideranças do movimento sindical participaram da atividade que encerrou com um abraço simbólico ao prédio da Superintendência.
 
Vanio dos Santos, funcionário concursado da Caixa há 33 anos, que já foi presidente do SEEB Floripa lembrou das perseguições aos bancários que lutavam por seus direitos e pelos de seus colegas, em tempo de governos neoliberais. “Não podemos esquecer que no governo de FHC foram colocados tanques do Exército contra os petroleiros”, frisou Vanio. O ex-dirigente sindical falou também sobre a importância da Caixa na política habitacional do país e na distribuição de renda.
 
Diretores do Sindicato distribuíram panfletos em defesa da CEF. A dirigente do SEEB Zuleida Martins Rosa leu um manifesto em favor da Caixa. Jacir Zimmer, Secretário-Geral do Sindicato destacou as muitas perdas sofridas pelos trabalhadores nos anos 1990. No final da atividade, empregados da Caixa e dirigentes sindicais deram as mãos e simularam um abraço à instituição.

Fonte: SEEB Floripa
 
 
  Section:  Notícias - File Under:  Caixa Econômica Federal  |  
 
Mexeu com a Caixa mexeu comigo PDF Imprimir E-mail

 
20.10.14 - Nesta quarta-feira, dia 22, o Sindicato dos Bancários de Florianópolis e Região juntamente com seus militantes de base realizará, no prédio da Filial da Caixa, na Agronômica, um ato em defesa do banco público e das bandeiras dos trabalhadores da empresa. O ato começa às 11 horas da manhã, em frente ao prédio da filial. 
 
Dia: 22 de outubro Horário: 11h
Local: Prédio Filial Caixa - Rua 
Nossa Senhora de Lourdes,111 
Agronômica - Florianópolis 
 
Em todo o país os bancários da Caixa realizaram atos em defesa do banco. Confira abaixo a matéria e defenda o patrimônio de nosso país.
 
Ato em defesa da Caixa mobiliza empregados em Brasília e em todo o país   

O Ato em Defesa da Caixa mobilizou nesta quinta-feira (16) empregados do banco em várias cidades do país. O objetivo foi reafirmar a defesa da empresa como instituição pública e reforçar a luta contra a ameaça de privatização, colocada no centro da disputa das eleições presidenciais. Entre as diversas entidades que organizaram o ato estavam a CUT, a Contraf-CUT, a Fenae, as Apcefs e os sindicatos de bancários.

Uma das motivações da iniciativa foram as recentes declarações de Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central no governo de FHC e já anunciado como ministro da Fazenda pelo candidato Aécio Neves (PSDB). "Penso que os bancos públicos precisam ser administrados por padrões muito mais rígidos. Provavelmente vai chegar um ponto em que talvez não tenham tantas funções. Não sei muito bem o que vai sobrar no final da linha. Talvez não muito", admitiu Fraga em entrevista ao Instituto Liberal.

Cerca de 200 pessoas se reuniram em frente ao prédio da Matriz I, em Brasília. Adesivos e faixas com os dizeres "O Brasil precisa da Caixa", "O fortalecimento da Caixa não pode parar" e "Mexeu com a Caixa, mexeu comigo" deram o tom.

Desmonte no governo FHC

O presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, recordou a política nefasta dos tucanos quando governaram o Brasil. "Os bancários da Caixa, BB, BNDES, BNB e Banco da Amazônia não podem se esquecer do desmonte dos bancos públicos no governo FHC, que pode voltar em um eventual governo Aécio Neves", alertou. "Os tucanos privatizaram vários bancos estatais, como Banespa, Banerj, Bemge, Banestado, Baneb, Meridional e Credireal, entre outros, além de outras empresas, entregando o patrimônio do povo brasileiro".

"Além disso, eles praticaram nos bancos públicos o arrocho salarial, baixaram na Caixa uma RH 008 para demitir empregados e não negociavam com o movimento sindical. A minuta de reivindicações chegou a ser entregue para um porteiro do prédio", frisou Cordeiro. 

Já nos governos Lula e Dilma, com a mobilização dos bancários e as mesas de negociações, a história mudou completamente. "Conquistamos aumento real pelo 11º ano consecutivo, acumulando na Caixa 21,3% acima da inflação, além de 42,1% de ganho real no piso e vários avanços econômicos e sociais", destacou.

O dirigente da Contraf-CUT salientou que nesta quarta-feira (15), em São Paulo, os bancários entregaram documentos para Dilma em defesa dos bancos públicos. "Ela manifestou compromisso com o fortalecimento das instituições públicas, como deixou claro no debate na TV Bandeirantes", ressaltou. Dilma rebateu as declarações de Armínio Fraga e frisou a importância da Caixa para os programas sociais do governo e o crédito habitacional, o papel BB para o fomento da agricultura e a atuação do BNDES para o financiamento da infraestrutura.

Defesa do patrimônio do povo brasileiro

"A Caixa é um patrimônio de todos nós, e é fundamental para o país que ela continue assim, 100% pública e mais forte a cada dia. Repudiamos qualquer proposta que coloque isso em risco. E já está muito definido quem vai fortalecer e quem vai destruir o banco", disse o presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira.

Ele ainda lembrou dos avanços dos últimos anos. "De 2003 para cá, a Caixa saiu de pouco mais de 2 mil agências para 4 mil. O número de empregados também quase dobrou, indo de 55 mil para 100 mil. Os investimentos em financiamento habitacional aumentaram 10 vezes, chegando a R$ 270,4 bilhões no ano passado. Claro que ainda há muito no que avançar, principalmente nas relações de trabalho. Mas temos que seguir em frente, e não apostar em um projeto que já deu errado lá atrás", alertou.

O ministro da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Gilberto Carvalho, prestigiou o ato. "Se a Caixa é hoje tão importante na execução das políticas públicas, é graças a Lula e Dilma, que retomaram a valorização do papel social da empresa e dos empregados", frisou. 

A deputada federal Érika Kokay (PT-DF), que é empregada da Caixa e ex-presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília, recordou o sofrimento da categoria entre 1995 e 2002. "Foram anos de arrocho salarial, perda de direitos, demissões sem justa causa, adoecimentos e suicídios. Se eles querem essa realidade de volta, nós não queremos e o Brasil não quer. Se eles querem o fim da Caixa e dos outros bancos públicos, nós não queremos e o Brasil não quer", declarou.

A manifestação foi encerrada com um abraço simbólico ao edifício-sede da Caixa. De mãos dadas, os empregados reforçaram que estão juntos na luta por uma empresa forte e protagonista no desenvolvimento econômico e social do Brasil.

Atos em outras cidades do país

O Ato em Defesa da Caixa também foi também realizado em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Fortaleza, Maceió. 

Na capital mineira, a presidente do Sindicato dos Bancários de BH, Eliana Brasil, disse: "sempre estaremos nas ruas para defender esse grande patrimônio do povo brasileiro". 

Em Fortaleza, o diretor da Contraf-CUT e da Fenae, Marcos Saraiva, avaliou: "o povo brasileiro com certeza não vai apoiar o retrocesso. Se ninguém conseguiu privatizar a Caixa nem o Banco do Brasil há 12 anos, foi graças aos sindicatos, às federações e ao povo".

Nesta sexta-feira (17), serão promovidas atividades em Salvador, Porto Alegre e São Paulo.


Fonte: Contraf-CUT com Fenae 
 
 
  Section:  Notícias - File Under:  Caixa Econômica Federal  |  
 
A Caixa que a gente quer PDF Imprimir E-mail

20.10.14 - A APCEF, AGECEF, FENAE E SEEB Floripa convidam você para o debate: A CAIXA QUE A GENTE QUER. Que será realizado no dia 21 de outubro às 18:30h no salão de eventos do Hotel Floph, rua Artista bittencourt, 14 centro. Com a presença dos Presidentes das entidades promovedoras e dos empregados da Caixa, vamos juntos dizer o que queremos da Caixa para um novo governo.
 
Temas como:  Isonomia, Terceirização, Saúde, Banco Comercial, Condições de trabalho e outros serão debatidos.
 
Compareça e convide seus colegas.
 
 
  Section:  Notícias - File Under:  Caixa Econômica Federal  |  
 
Proposta insuficiente da Caixa empurra empregados para greve nacional PDF Imprimir E-mail

25.09.14 - A negociação específica com a Caixa Econômica Federal, realizada nesta quarta-feira (24), em Brasília, foi frustrante para os empregados. Embora a reunião tenha sido solicitada pela própria empresa, a proposta apresentada na mesa ficou muito aquém do que os trabalhadores reivindicam na Campanha Nacional 2014. Além de não contemplar questões prioritárias como condições de trabalho, isonomia, valorização do piso salarial, horas extras e promoção por mérito, o banco não garantiu o pagamento da PLR Social.

"Com essa posição intransigente, a Caixa está empurrando os trabalhadores para a greve. É fundamental a participação de todos os empregados nas assembleias que serão realizadas nesta quarta e quinta-feira pelos sindicatos em todo o país para mostrar à empresa a nossa insatisfação com a falta de propostas concretas às nossas reivindicações", destaca Fabiana Matheus, coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), que assessora o Comando Nacional dos Bancários nas negociações específicas com o banco.

Segundo ela, os empregados devem se mobilizar na campanha deste ano, não só por aumento real e PLR digna, questões que estão sendo debatidas na mesa única com a Fenaban, mas também por valorização do Plano de Cargos e Salários (PCS), isonomia, contratação de pessoal, saúde e condições de trabalho, e respeito à jornada de seis horas. "O momento é de mostrar nossa força", atesta. Desde que teve início a Campanha 2014, esta foi a quinta rodada específica realizada com a Caixa concomitantemente com a mesa unificada. Nas reuniões anteriores, também não houve avanços nos itens pleiteados pelos empregados.

A proposta apresentada nesta quarta-feira prevê a renovação da cláusula sobre ingresso na empresa (REF 202) e enquadramento após a conclusão do contrato de experiência (REF 203). A representação dos trabalhadores cobrou da Caixa que o índice da Fenaban para o piso salarial seja aplicado no PCS. Os negociadores negaram o pleito, alegando que o banco não adota o piso e possui um plano de carreira com 36 níveis.

Outro ponto debatido na reunião foi a promoção por mérito. A empresa não definiu até agora os critérios que serão usados. O Comando argumentou que, como a sistemática não foi debatida em tempo hábil, a Caixa deve se comprometer a pagar dois deltas para seus empregados, em janeiro de 2015, a título de merecimento, com o compromisso de fechar a próxima sistemática em março de 2015. A empresa ficou de analisar.

PLR Social 

Os interlocutores do banco alegaram que não tem uma posição sobre a manutenção do pagamento da PLR Social, porque o assunto está sendo negociado no Ministério da Fazenda. O direito foi conquistado pelos trabalhadores durante a Campanha 2010 e prevê percentual de 4% do lucro líquido para ser distribuído linearmente entre todos os empregados.

Os negociadores do banco também descartaram a discussão sobre a isonomia entre novos e antigos empregados.

Universidade Caixa

A Caixa propôs disponibilizar o acesso ao portal da Universidade Caixa pela Internet. Os representantes dos trabalhadores criticaram o posicionamento do banco. Segundos eles, essa proposta representa um retrocesso porque o movimento dos empregados tem lutado para que os cursos sejam feitos dentro da jornada de trabalho.

Graduação

A Caixa aceitou recolocar no acordo específico a concessão de bolsas de incentivo à elevação da escolaridade, sendo até 300 para graduação, até 500 para pós e até 800 para idiomas. Os interlocutores da empresa alegam que a procura por cursos caiu e ficaram de apresentar o estudo realizado para redimensionar o programa. A empresa havia suprimido o direito de forma unilateral no primeiro semestre desse ano.

Fórum de Condições de Trabalho

A Caixa entregou ao Comando a proposta de atuação do Fórum de Condições de trabalho, que será formado por representantes da empresa e da Contraf-CUT. Serão constituídos fóruns regionais e um fórum nacional, que terão como atribuição construir ações preventivas e para solucionar problemas relativos às condições de trabalho.

GT Saúde

O GT Saúde terá de apresentar até 15 de dezembro, com suporte de consultoria especializada, proposta de metodologia para utilização de superávit em benefício do Saúde Caixa. Ficou definido também que não haverá carência para atendimento em pronto socorro.

Confira outros pontos da proposta da Caixa:

*Manutenção, no Saúde Caixa, na condição de dependente indireto filhos/enteados com idade entre 21 e 27 anos incompletos que não possuam renda assalariada superior a R$ 1.800,00, sendo excluída a renda proveniente de pensão alimentícia.

*Manutenção, no Saúde Caixa, na condição de dependente direto, os filhos com deficiência permanente e incapazes, com idade superior a 27 anos, enquanto solteiros e sem renda proveniente de salário.

*Renovação da cláusula que garante a isenção de anuidade dos cartões de crédito aos empregados.

*Manutenção do enquadramento dos empregados, no programa de relacionamento para redução dos juros do cheque especial.

*Para efeito de ausência permitida para levar filho ou dependente ao médico, será elevada a idade para até 18 anos e incluído o enteado.

*Manutenção da sistemática de suplementação do auxílio doença pago pelo INSS

*Renovação da cláusula em que considera como de efetivo exercício os primeiros 15 dias de licença para tratamento de saúde do empregado.
* Será mantida a titularidade da Função Gratificada ou Cargo em Comissão, pelo período da licença de tratamento de saúde ou licença por acidente de trabalho até o limite de 180 dias

*Isenção de tarifas para empregados ativos e aposentados.

*Garantia da continuidade da licença maternidade até o término do período previsto inicialmente, em caso de falecimento da mãe e sobrevida do filho.

*A Caixa propõe reescrever a cláusula referente à Licença Adoção, facultando a qualquer dos adotantes o gozo da licença, incluindo, ainda os 60 dias concedidos pelo programa "Empresa Cidadã". O outro adotante poderá gozar o período equivalente à licença paternidade.

*Ampliação para até três dias do descanso remunerado para os empregados que cumprirem um ciclo de trabalho em Agências Barco.

Assembleias

O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT e assessorado pela CEE/Caixa, orienta os sindicatos que representa em todo o país a realizarem assembleias nesta quarta ou quinta-feira, dias 24 ou 25, para rejeitar a proposta apresentada pela Fenaban e decretar greve por tempo indeterminado a partir do dia 30.

A proposta dos bancos foi considerada insuficiente pelo Comando, tanto as cláusulas econômicas quanto os itens sociais. Novas assembleias devem ser realizadas na próxima segunda-feira, dia 29, para deflagrar e organizar a paralisação.


Fonte: Contraf-CUT com Fenae e Seeb Brasília
 
 
  Section:  Notícias - File Under:  Caixa Econômica Federal  |  
 
«InícioAnterior12345678910PróximoFim»

Página 1 de 56
Em Florianópolis empregados fazem ato na luta pela Caixa

 

22.10.14 - Diretores do Sindicato distribuíram panfletos em defesa da CEF. A dirigente do SEEB Zuleida Martins Rosa leu um ma...

Banco do Brasil desrespeita acordo e Sindicato cobra na DRT

 

22.10.14 - Em reunião na DRT, Sindicato cobra o cumprimento do acordo pelo Banco do Brasil com relação a compensação de horas da greve. Nest...

Mexeu com a Caixa mexeu comigo

 

20.10.14 - Nesta quarta-feira, dia 22, o Sindicato dos Bancário...

SEEB - Sindicato dos Bancários de Florianópolis e Região
Rua Visconde de Ouro Preto, 308 - Florianópolis - SC
Fone (48)
3224-7113 - FAX (48) 3223-3103