Caixa Econômica Federal

Gipso, promoção por mérito e Sipon estão na pauta da mesa permanente de negociações nesta sexta-feira PDF Imprimir E-mail

27.11.14- Será realizada nesta sexta-feira (28), no horário das 15h às 19h, em Brasília (DF), mais uma rodada da mesa permanente de negociações entre a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) e a Caixa Econômica Federal.|

Os assuntos da pauta são a reestruturação da Gipso, a questão do supervisor de canais (ajuda de custo/ressarcimento de despesas), o ACT 2014/2015 relativo à cláusula 47ª que trata da promoção por mérito (cronograma para definição dos critérios da sistemática 2015), o Sistema de Ponto Eletrônico (Sipon) para os gerentes de projetos especiais e os esclarecimentos sobre os problemas no sistema nos dias 6 e 7 de novembro e sobre o contingenciamento para migração de dados nos dias 15 e 16 de novembro.

No mesmo dia, às 9h30, na sede da Fenae, os membros da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa – Contraf/CUT) estarão reunidos para preparar o encontro com os representantes do banco.

Composição da CEE/Caixa - Contraf/CUT

A Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) é formada por representantes de 10 federações filiadas à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) e um representante da mesma para coordenar as negociações.

Cabe à CEE/Caixa mediar as reivindicações permanentes dos empregados com a direção da Caixa Econômica Federal, levando as propostas dos trabalhadores do banco e buscando soluções para as questões abordadas.

A CEE/Caixa é composta pelas seguintes federações: Fetec/SP, Feeb-SP/MS, Feeb/RS, Fetec/SC, Fetec/PR, Feeb-RJ/ES, Fetraf/MG, Fetec/Centro-Norte, Feeb-BA/SE e Fetec/Nordeste. A coordenação está sob a responsabilidade de Fabiana Matheus, diretora de Administração e Finanças da Fenae.

Fonte: Fenae Net

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Não avança debate de metodologia para uso do superávit do Saúde Caixa PDF Imprimir E-mail

27.11.14- Ainda não foi dessa vez que a reunião do GT Saúde registrou avanços no debate sobre a proposta de metodologia para o uso do superávit do Saúde Caixa, conforme acordo firmado na Campanha Nacional 2014 e na mesa permanente de negociações. 


O encontro foi realizado nesta segunda-feira (24), em Brasília, mas os números apresentados foram considerados insuficientes pelos representantes dos empregados, para assegurar uma discussão transparente a respeito da série histórica de superávits consecutivos do plano de saúde, no decorrer dos últimos seis exercícios. 

Para Plínio Pavão, diretor da Contraf-CUT e integrante do GT Saúde na condição de representante dos empregados, apenas com a disponibilização dos dados será possível debater uma proposta que aponte para a melhoria do Saúde Caixa em nível de coberturas e de ampliação da rede credenciada e no setor de atendimento. "Essas informações são fundamentais para um planejamento mais adequado sobre o futuro do plano", atesta.

Uma das maiores queixas diz respeito à falta de transparência por parte da empresa na apresentação dos números. "O que foi divulgado não passou de informações anuais genéricas, impressas em folhas de papéis avulsas e sem o carimbo oficial do banco", reclama Jaílson Bueno Prodes, diretor do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e outro representante dos empregados no GT Saúde. Assim, acrescenta ele, o trabalho de análise dos números fica comprometido.

Fabiana Matheus, coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), que assessora a Contraf-CUT nas negociações com o banco, frisa que o compromisso de apresentar a metodologia até 15 de dezembro está no aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2014/2015. 

"A Caixa está descumprido a CCT, pois esta postura inviabiliza o trabalho do GT. As entidades representativas dos trabalhadores exigem a disponibilização dos números imediatamente. Sem os dados, os representantes dos empregados estão em desvantagem. Nós não estamos lá para referendar a posição do banco, mas sim para ajudar na construção de uma metodologia que fortaleça o Saúde Caixa", diz.

Ela lembra ainda que a última reunião, no dia 4 de novembro, foi marcada por clima de tensões. Segundo Fabiana Matheus, isso se deu pelo fato de o gestor do plano, Emerson Martins Garcia, ter tido um entendimento equivocado a respeito do que foi acordo na campanha salarial.

A reivindicação do movimento nacional dos empregados é para que todos os dados relativos a receitas e despesas do Saúde Caixa, desde a época em que o plano foi criado, em junho de 2004, sejam apresentados mês a mês. O pedido foi feito na reunião desta segunda-feira, mas a Caixa afirmou não ter interesse em disponibilizá-los, sob o argumento de que esses valores são contábeis.

A bancada dos empregados no GT Saúde contestou essa posição e, diante das pressões, houve concordância dos representantes do banco em consultar a área responsável pela gestão do Saúde Caixa, para posterior divulgação de números mais detalhados. A resposta ficou de ser dada até a data de 15 de dezembro de 2014. "Se até esse prazo não for cumprido, a responsabilidade será exclusivamente do banco", diz Plinio Pavão.

Composto paritariamente por representantes dos empregados e da Caixa, o GT Saúde busca refletir sobre o modelo de gestão do Saúde Caixa, para torna-lo cada vez mais equilibrado. Esse processo, no entanto, foi atropelado pelo período de contingência, entre março de 2005 e março de 2007. 

Representantes dos empregados no GT Saúde 

No GT Saúde, os representantes dos empregados são Plínio Pavão (Contraf/CUT), Jailson Bueno Prodes (Sindicato de Porto Alegre), Sérgio Wilson Lima de Amorim (Sindicato do Rio) e Laura Augusta Gatti Vitral (Fenacef e Apea/SP).


Fonte: Contraf-CUT com Fenae

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Lucro da Caixa cresce 5,6% e alcança R$ 5,3 bilhões até setembro PDF Imprimir E-mail

14.11.14- O aumento das receitas com as operações de crédito e os investimentos em títulos e valores mobiliários fizeram a Caixa Econômica Federal lucrar R$ 5,3 bilhões de janeiro a setembro, 5,6% a mais que no mesmo período do ano passado. Os números foram divulgados na tarde desta quinta-feira (13) pelo banco, que publicou o balanço do terceiro trimestre.

Somente de junho a setembro, o lucro líquido alcançou R$ 1,9 bilhão, alta de 1% sobre o trimestre anterior e de 1,7% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Nos últimos 12 meses, o retorno sobre o patrimônio líquido médio atingiu 17,8%.

De acordo com o banco, o crescimento do lucro líquido nos nove meses do ano decorreu principalmente do aumento de 44,4% nas receitas financeiras de crédito e da alta de 47,8% no resultado da carteira de títulos e valores mobiliários, na comparação com o mesmo período de 2013. As receitas com as tarifas bancárias subiram 12%, mas a Caixa esclarece que a alta se deve à ampliação do número de clientes e dos canais de relacionamento, não ao aumento de tarifas.

No período, as receitas totais alcançaram R$ 98,2 bilhões. Pela primeira vez, os ativos próprios da instituição financeira superaram a marca de R$ 1 trilhão, montante 5,8% acima do registrado no segundo trimestre e 18,6% maior que o do terceiro trimestre de 2013.

De janeiro a setembro, a Caixa injetou R$ 501,1 bilhões na economia brasileira. O valor engloba tanto as concessões de crédito como o pagamento de benefícios sociais, investimentos em infraestrutura própria, remuneração de pessoal e destinação social das loterias.

Somente as contratações de crédito acumuladas até setembro somaram R$ 364,2 bilhões, alta de 6,6% em relação a igual período do ano passado. Com 6 mil contratos assinados todos os dias, as operações habitacionais corresponderam a 25,9% do total (R$ 94,2 bilhões). Somente no Programa Minha Casa, Minha Vida, foram contratados R$ 25,8 bilhões no período, no total de 321,6 mil unidades habitacionais.

As contratações para operações de infraestrutura e saneamento alcançaram R$ 20,7 bilhões, crescimento de 17,2% na mesma comparação. Do total, R$ 3 bilhões destinaram-se ao saneamento básico, R$ 8,3 bilhões a financiamentos de energia e logística, R$ 4,1 bilhões à operações de mobilidade urbana e R$ 5,3 bilhões à infraestrutura urbana.

As operações de crédito comercial somaram R$ 189,9 bilhões até setembro, aumento de 8,1% em relação ao registrado no mesmo período de 2013. Desse total, as contratações para pessoas físicas atingiram R$ 106 bilhões, e as novas operações para pessoas jurídicas totalizaram R$ 83,9 bilhões. As operações de crédito rural, que começaram em 2012, somaram R$ 3,4 bilhões de janeiro a setembro de 2014, cerca de R$ 2,6 bilhões a mais que o registrado no mesmo período de 2013.

A carteira de crédito ampliada alcançou saldo de R$ 576,4 bilhões, crescimento de 24,4% em 12 meses e de 4,4% no trimestre. De acordo com o balanço, a Caixa foi responsável por 37,7% do crescimento do mercado de crédito nos últimos 12 meses, com participação de 19,6% ao fim de setembro.




Fonte: Agência Brasil

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Caixa apresenta proposta de incorporação do REB ao Novo Plano da Funcef PDF Imprimir E-mail

04.11.14 - A Funcef apresentou nesta quinta-feira (30), durante a retomada da mesa de negociação permanente com a Caixa Econômica Federal, uma proposta de metodologia elaborada por um grupo tripartite formado por representantes da Fundação, Caixa e Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar) para viabilizar a incorporação do REB pelo Novo Plano. 

Na oportunidade, o presidente da Fundação, Carlos Caser, informou para a Contraf-CUT, federações e sindicatos que a proposição já foi aprovada na semana passada pela Diretoria Executiva da Funcef e será colocada em votação na reunião do Conselho Deliberativo agendada para a próxima quarta-feira, dia 5 de novembro.

A apresentação da proposta, a ser avaliada pela Comissão Executiva de Empregados (CEE-Caixa) que assessora a Contraf-CUT nas negociações com o banco, foi uma das conquistas da Campanha Nacional 2014. 

"Essa é uma reivindicação dos trabalhadores desde 2006, quando foi implementado o Novo Plano. Ao longo desses anos, são quase 13 mil participantes que estão acumulando prejuízos, porque poderiam estar em um plano de benefício melhor", frisou a coordenadora da CEE-Caixa, Fabiana Matheus.

Para ela, a metodologia formulada pelo grupo tripartite atende aos princípios defendidos pelas entidades representativas dos empregados e aposentados, resguardando os direitos e obrigações dos associados ao REB e ao Novo Plano. 

"Para os assistidos está prevista uma redução na taxa de administração, e eles passarão a ter direito ao Fundo de Revisão de Benefícios, existente no Novo Plano. Já para os empregados ativos há perspectiva de melhores benefícios", disse.

Segundo o presidente da Funcef, a proposta de incorporação foi elaborada consensualmente com o acompanhamento do Dest (Departamento Nacional de Coordenação e Governança das Empresas Estatais), vinculado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, e da Previc. "O processo está pronto para passar pelas instâncias competentes. Estamos otimistas quanto a sua aprovação", enfatizou Carlos Caser.

Após ser aprovada na Funcef, a proposta será avaliada pela Caixa e novamente pelos órgãos controladores, Dest e Previc, nessa ordem. 

Fabiana questionou os representantes da empresa sobre a possiblidade do assunto ser apreciado pelo Conselho Diretor até o final do ano. Eles disseram que o banco está empenhado em dar agilidade ao processo, mas não asseguraram a votação ainda em 2014.

Histórico

O REB foi criado em 1998, época em que a Caixa vinha sendo preparada para a privatização durante o governo FHC, para receber os primeiros técnicos bancários. E já surgiu com direitos rebaixados. 

Graças às cobranças e às mobilizações das representações dos trabalhadores, a Funcef criou em 2006, após negociação com as entidades, o Novo Plano com mais vantagens. Desde então, o movimento dos empregados defende a incorporação do REB.

Em 2009, ocorreu o primeiro avanço. O processo foi aprovado nas instâncias da Funcef (Diretoria e Conselho Deliberativo) e da patrocinadora, a Caixa (Conselho Diretor e Conselho de Administração), mas ficou parado nos órgãos controladores. 

Diante da pressão da categoria, os debates nos dois órgãos foram retomados em abril deste ano pelo diretor eleito da Funcef, José Carlos Alonso, com a criação do grupo tripartite, a fim de buscar uma alternativa.

Outros pontos

A CEE/Caixa apresentou, na mesa permanente, uma proposta de cronograma para as próximas negociações. Foi sugerida a realização de mais duas reuniões até o final do ano, sendo uma no dia 27 de novembro e a outra em 16 de dezembro. 

A representação propôs também que, em 2015, as negociações passem a ser mensais, sendo realizadas na última quinta-feira de cada mês. Os representantes do banco ficaram de analisar a solicitação.

Durante a reunião, o banco esclareceu questionamentos feitos pela CEE-Caixa sobre o pagamento da PLR Social e conversão do APIP em licença prêmio. Com relação à PLR Social, houve a distribuição do equivalente a 4% do lucro líquido projetado do banco, de forma linear para todos os empregados. Já as diferenças registradas em alguns contracheques referem-se ao valor adicional para complementar o mínimo de uma remuneração base garantida no Acordo Coletivo.

Fabiana solicitou que, no próximo ano, a Caixa divulgue de forma mais transparente os parâmetros utilizados para calcular a PLR Social. 

Quanto à conversão dos APIPs, a empresa argumentou que o procedimento está normatizado e que esse ano está sendo feita uma transição, para que, a partir de 2015, haja respeito ao ano fiscal. Com isso, o empregado que solicitou o benefício no período de setembro de 2013 a dezembro de 2014 terá de esperar até janeiro do próximo ano.

Compensação dos dias parados na greve

Foram feitos esclarecimentos também sobre a compensação dos dias de greve. Segundo a Caixa, a data que aparece no Sistema de Ponto Eletrônico (Sipon) é apenas o prazo de homologação. 

De acordo com a cláusula 55 do ACT, quem encerrou a paralisação no dia 6 de outubro vai compensar até uma hora por dia até 31 de outubro (jornada de seis horas) ou até 7 de novembro (quem trabalha oito horas). 

Já quem voltou ao trabalho um dia depois vai compensar até uma hora por dia até 5 de novembro (jornada de seis horas) e até 13 de novembro (quem trabalha oito horas). 

A empresa assegurou que irá cumprir o acordado e que o tempo além de uma hora será computado para pagamento no momento da homologação.

Manifestação

Antes do início da mesa de negociação permanente, trabalhadores da área de Tecnologia da Informação da Caixa realizaram manifestação em frente ao hotel onde aconteceu a reunião, em Brasília. Eles reivindicam uma proposta de valorização da carreira. 

Na Campanha 2014, a empresa se comprometeu a negociar no primeiro semestre de 2015. A coordenadora da CEE/Caixa cobrou dos representantes do banco que esse compromisso seja cumprido e que as negociações possam começar ainda esse ano.

Reestruturação da Gipso

A representação dos trabalhadores voltou a cobrar informações da empresa a respeito da reestruturação da Gerência de Programas Sociais (Gipso). 

A Caixa se comprometeu a apresentar o cronograma e a estratégia de realocação do pessoal até esta sexta-feira (31). "É preciso que haja respeito aos trabalhadores envolvidos", declarou Fabiana Matheus.

Conselhos Populares

Na reunião preparatória, realizada na manhã desta quinta-feira, na sede da Fenae, a CEE/Caixa deliberou posição em defesa da Política Nacional de Participação Social (PNPS). O decreto presidencial que criou a PNPS foi derrubado na terça-feira (28), na Câmara dos Deputados, e agora segue para votação no Senado. Essa política prevê consulta a conselhos populares nas decisões do governo.

Para a CEE-Caixa, a proposta cria um instrumento que fortalece a democracia e a participação da sociedade civil, por meio dos movimentos sociais organizados. Por isso, a CEE/Caixa conclama todos os empregados a se informarem sobre o tema e participarem ativamente da defesa da manutenção do decreto.


Fonte: Contraf-CUT com Fenae
 
 
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