Plenária Organizativa dia 30, terça-feira

17 horas, no Auditório do SEEB,
Rua Emir Rosa, 3889, centro.
Pauta: Avaliação do movimento e
organização dos próximos dias. 
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Caixa Econômica Federal

Proposta insuficiente da Caixa empurra empregados para greve nacional PDF Imprimir E-mail

25.09.14 - A negociação específica com a Caixa Econômica Federal, realizada nesta quarta-feira (24), em Brasília, foi frustrante para os empregados. Embora a reunião tenha sido solicitada pela própria empresa, a proposta apresentada na mesa ficou muito aquém do que os trabalhadores reivindicam na Campanha Nacional 2014. Além de não contemplar questões prioritárias como condições de trabalho, isonomia, valorização do piso salarial, horas extras e promoção por mérito, o banco não garantiu o pagamento da PLR Social.

"Com essa posição intransigente, a Caixa está empurrando os trabalhadores para a greve. É fundamental a participação de todos os empregados nas assembleias que serão realizadas nesta quarta e quinta-feira pelos sindicatos em todo o país para mostrar à empresa a nossa insatisfação com a falta de propostas concretas às nossas reivindicações", destaca Fabiana Matheus, coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), que assessora o Comando Nacional dos Bancários nas negociações específicas com o banco.

Segundo ela, os empregados devem se mobilizar na campanha deste ano, não só por aumento real e PLR digna, questões que estão sendo debatidas na mesa única com a Fenaban, mas também por valorização do Plano de Cargos e Salários (PCS), isonomia, contratação de pessoal, saúde e condições de trabalho, e respeito à jornada de seis horas. "O momento é de mostrar nossa força", atesta. Desde que teve início a Campanha 2014, esta foi a quinta rodada específica realizada com a Caixa concomitantemente com a mesa unificada. Nas reuniões anteriores, também não houve avanços nos itens pleiteados pelos empregados.

A proposta apresentada nesta quarta-feira prevê a renovação da cláusula sobre ingresso na empresa (REF 202) e enquadramento após a conclusão do contrato de experiência (REF 203). A representação dos trabalhadores cobrou da Caixa que o índice da Fenaban para o piso salarial seja aplicado no PCS. Os negociadores negaram o pleito, alegando que o banco não adota o piso e possui um plano de carreira com 36 níveis.

Outro ponto debatido na reunião foi a promoção por mérito. A empresa não definiu até agora os critérios que serão usados. O Comando argumentou que, como a sistemática não foi debatida em tempo hábil, a Caixa deve se comprometer a pagar dois deltas para seus empregados, em janeiro de 2015, a título de merecimento, com o compromisso de fechar a próxima sistemática em março de 2015. A empresa ficou de analisar.

PLR Social 

Os interlocutores do banco alegaram que não tem uma posição sobre a manutenção do pagamento da PLR Social, porque o assunto está sendo negociado no Ministério da Fazenda. O direito foi conquistado pelos trabalhadores durante a Campanha 2010 e prevê percentual de 4% do lucro líquido para ser distribuído linearmente entre todos os empregados.

Os negociadores do banco também descartaram a discussão sobre a isonomia entre novos e antigos empregados.

Universidade Caixa

A Caixa propôs disponibilizar o acesso ao portal da Universidade Caixa pela Internet. Os representantes dos trabalhadores criticaram o posicionamento do banco. Segundos eles, essa proposta representa um retrocesso porque o movimento dos empregados tem lutado para que os cursos sejam feitos dentro da jornada de trabalho.

Graduação

A Caixa aceitou recolocar no acordo específico a concessão de bolsas de incentivo à elevação da escolaridade, sendo até 300 para graduação, até 500 para pós e até 800 para idiomas. Os interlocutores da empresa alegam que a procura por cursos caiu e ficaram de apresentar o estudo realizado para redimensionar o programa. A empresa havia suprimido o direito de forma unilateral no primeiro semestre desse ano.

Fórum de Condições de Trabalho

A Caixa entregou ao Comando a proposta de atuação do Fórum de Condições de trabalho, que será formado por representantes da empresa e da Contraf-CUT. Serão constituídos fóruns regionais e um fórum nacional, que terão como atribuição construir ações preventivas e para solucionar problemas relativos às condições de trabalho.

GT Saúde

O GT Saúde terá de apresentar até 15 de dezembro, com suporte de consultoria especializada, proposta de metodologia para utilização de superávit em benefício do Saúde Caixa. Ficou definido também que não haverá carência para atendimento em pronto socorro.

Confira outros pontos da proposta da Caixa:

*Manutenção, no Saúde Caixa, na condição de dependente indireto filhos/enteados com idade entre 21 e 27 anos incompletos que não possuam renda assalariada superior a R$ 1.800,00, sendo excluída a renda proveniente de pensão alimentícia.

*Manutenção, no Saúde Caixa, na condição de dependente direto, os filhos com deficiência permanente e incapazes, com idade superior a 27 anos, enquanto solteiros e sem renda proveniente de salário.

*Renovação da cláusula que garante a isenção de anuidade dos cartões de crédito aos empregados.

*Manutenção do enquadramento dos empregados, no programa de relacionamento para redução dos juros do cheque especial.

*Para efeito de ausência permitida para levar filho ou dependente ao médico, será elevada a idade para até 18 anos e incluído o enteado.

*Manutenção da sistemática de suplementação do auxílio doença pago pelo INSS

*Renovação da cláusula em que considera como de efetivo exercício os primeiros 15 dias de licença para tratamento de saúde do empregado.
* Será mantida a titularidade da Função Gratificada ou Cargo em Comissão, pelo período da licença de tratamento de saúde ou licença por acidente de trabalho até o limite de 180 dias

*Isenção de tarifas para empregados ativos e aposentados.

*Garantia da continuidade da licença maternidade até o término do período previsto inicialmente, em caso de falecimento da mãe e sobrevida do filho.

*A Caixa propõe reescrever a cláusula referente à Licença Adoção, facultando a qualquer dos adotantes o gozo da licença, incluindo, ainda os 60 dias concedidos pelo programa "Empresa Cidadã". O outro adotante poderá gozar o período equivalente à licença paternidade.

*Ampliação para até três dias do descanso remunerado para os empregados que cumprirem um ciclo de trabalho em Agências Barco.

Assembleias

O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT e assessorado pela CEE/Caixa, orienta os sindicatos que representa em todo o país a realizarem assembleias nesta quarta ou quinta-feira, dias 24 ou 25, para rejeitar a proposta apresentada pela Fenaban e decretar greve por tempo indeterminado a partir do dia 30.

A proposta dos bancos foi considerada insuficiente pelo Comando, tanto as cláusulas econômicas quanto os itens sociais. Novas assembleias devem ser realizadas na próxima segunda-feira, dia 29, para deflagrar e organizar a paralisação.


Fonte: Contraf-CUT com Fenae e Seeb Brasília
 
 
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Comando volta a negociar com Caixa nesta quarta e aguarda proposta PDF Imprimir E-mail

23.09.14 - Comando volta a negociar com Caixa nesta quarta e aguarda proposta Foi marcada para esta quarta-feira (24) uma nova rodada de negociação entre a Caixa Econômica Federal e o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT e assessorado pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa). O pedido foi feito nesta segunda-feira pelo banco. A reunião para discutir a pauta específica da categoria, dentro da Campanha Nacional 2014, vai ocorrer em Brasília, a partir das 10h.

"Como foi a empresa que entrou em contato para solicitar o encontro, nossa expectativa é de que seja apresentada uma proposta que atenda às reivindicações dos trabalhadores. Infelizmente, não foi o que aconteceu nas quatro rodadas que já realizamos", afirma a coordenadora da CEE/Caixa, Fabiana Matheus.

Na sexta-feira (19), o Comando Nacional dos Bancários rejeitou a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e aprovou um calendário de luta. Assembleias por todo o país serão realizadas nos dias 24 e 25. O objetivo é aprovar Greve a partir de 30 de setembro, caso os bancos não apresentem uma nova proposta que contemple a categoria.

Fonte: Fenae, com Contraf-CUT
 
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Dia 11 é dia de luta pela isonomia PDF Imprimir E-mail

 
10.09.14 - Nesta quinta dia 11, os colegas da Caixa vão vestir preto em seus locais de trabalho no Dia Nacional de Luta pela Isonomia na Caixa. Tire fotos de seus locais de trabalho e enviem para o Sindicato para publicação no facebook
 
Contraf divulga manifesto em defesa da isonomia dos empregados da Caixa   
 
Igualdade de direitos representa a reparação de uma injustiça histórica 

A Contraf-CUT, assessorada pela Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa), divulgou nesta terça-feira (9) manifesto no qual defende a isonomia entre todos os empregados do banco. O texto rechaça o fato de que, atualmente, há na empresa trabalhadores de duas classes desempenhando os mesmos papéis. "Mais do que inaceitável em um banco essencial para o país, parceiro estratégico na execução de políticas públicas, a prática fere o artigo 5º da Constituição Federal", destaca.

No manifesto, a Contraf/CUT explica que a distinção entre empregados foi introduzida na época em que o governo de Fernando Henrique Cardoso privatizou empresas públicas. "A Caixa, por exemplo, passou por um processo acelerado de desmonte. O modelo de gestão na empresa foi ditado por medidas como demissão de empregados pela RH 008, implantação de três PADVs, flexibilização da jornada, reajuste zero, discriminação aos aposentados e ataque às entidades de representação dos bancários".

O documento lembra que a partir de 2003, muitos direitos foram reconquistados, e que o foco agora é lutar pela licença-prêmio de 18 dias por ano e pelo Adicional por Tempo de Serviço (ATS). Também consta do texto algumas das deliberações do III Encontro Nacional de Isonomia, ocorrido em Brasília (DF) no dia 30 de agosto, como a realização nesta quinta-feira, 11 de setembro, do Dia Nacional de Luta por Isonomia.

"É hora de intensificar mobilização! O aviltamento dos direitos dos empregados é um ataque a toda a categoria. A luta é de todos! A precarização de condições para os novos ingressantes representa a deterioração das relações de trabalho e pode indicar o caminho para perdas futuras entre bancários de instituições públicas. É urgente acabar com esse resquício neoliberal, fruto do ataque de um projeto de governo que quase acabou com a Caixa Econômica Federal", conclama o manifesto.

Dia Nacional de Luta por Isonomia

A Contraf/CUT e a CEE/Caixa divulgaram nesta segunda-feira (8) as orientações gerais para o Dia Nacional de Luta por Isonomia. "O objetivo da data é reforçar a mobilização da categoria em busca da igualdade de direitos. É fundamental que as entidades do movimento organizado pautem atividades no dia 11", afirma a coordenadora Fabiana Matheus.

Cartilha

Foi definido, também no III Encontro Nacional de Isonomia, que uma cartilha sobre o tema será publicada e enviada pela Fenae para entidades sindicais e do movimento associativo. "O material, que já está sendo distribuído, traz um histórico sobre as perdas de direitos e destaca a importância do Projeto de Lei nº 6259/2005. Temos que pressionar o Congresso Nacional pelo fim desses resquícios do governo de FHC", diz Jair Pedro Ferreira, presidente da Fenae.


Fonte: Fenae, com Contraf-CUT
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Terceira rodada de negociação específica com a Caixa ocorre nesta segunda, dia 8 PDF Imprimir E-mail

08.09.14 - Terceira rodada de negociação específica com a Caixa ocorre nesta segunda, dia 8Acontece nesta segunda-feira, dia 8, às 14h, em Brasília, a terceira rodada de negociações específicas da Campanha Nacional 2014, entre o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, e a Caixa Econômica Federal. Na pauta estarão os temas condições de trabalho, contratação, segurança bancária e terceirização.

Serão negociados itens como contratação de novos empregados para suprir as necessidades reais de funcionamento das unidades, chegando ao quantitativo mínimo de 130 mil empregados até o fim de 2014. Também será exigida da Caixa a apresentação da metodologia utilizada para definição de número para a contratação de empregados, além de mais empregados por setor.

Outras reivindicações são a abertura de novas unidades apenas com estrutura física de segurança e ergonomia necessárias para o atendimento adequado da população, a elevação do valor da indenização por assalto/sequestro para o equivalente a 100 salários mínimos calculados pelo Dieese, a universalização dos serviços bancários, com abertura de novas agências e contratação de pessoal, e o fim da parceria da Caixa com os correspondentes bancários e habitacionais, entre outras questões.

Avaliação

Até agora, no entanto, ocorreram duas rodadas de negociações específicas da Campanha 2014, mas a Caixa sequer apresentou uma proposta global para as reivindicações de seus trabalhadores.

Na rodada do último dia 29 de agosto, por exemplo, foram negados itens sobre Funcef, aposentados e isonomia. Houve ainda a recusa para a maioria das demandas de saúde do trabalhador e Saúde Caixa, durante debate ocorrido na primeira reunião, no dia 21 de agosto.

A hora, portanto, é de ampliar a mobilização. Para Fabiana Matheus, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (CEE/Caixa), que assessora a Comando nas negociações com o banco, a mobilização é o caminho mais adequado para forçar a direção da empresa a avançar nas negociações específicas. 

Ela, que é também diretora da Fenae, convoca todos os trabalhadores da Caixa a participarem das atividades da Campanha 2014. Queremos mais!


Fonte: Contraf-CUT com Fenae
 
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