Caixa Econômica Federal

Ofício entregue ao ministro Gilberto Carvalho reforça defesa pela isonomia PDF Imprimir E-mail

29.08.14 - A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), a Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa) e a Fenae entregaram nesta quinta-feira (28) ao ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência da República, ofício no qual reforçam a defesa pela isonomia entre empregados dos bancos e de outras empresas públicas federais e solicitam ações para que as diversas esferas do governo federal revejam posição sobre o tema.

Documento faz breve histórico da distinção entre empregados da Caixa e solicita que esferas do governo federal revejam posição sobre o assunto
 
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), a Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa) e a Fenae entregaram nesta quinta-feira (28) ao ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência da República, ofício no qual reforçam a defesa pela isonomia entre empregados dos bancos e de outras empresas públicas federais e solicitam ações para que as diversas esferas do governo federal revejam posição sobre o tema.

O documento relata que a distinção entre empregados foi introduzida por resoluções publicadas em 1995 e 1996 pelo Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, então denominada Coordenação das Empresas Estatais. “Desde então, como parte dos chamados entulhos autoritários do governo Fernando Henrique Cardoso, administradores de empresas públicas federais foram orientados a limitar os gastos com custeio de pessoal. Foi com base nessa recomendação que, a partir dos novos concursos públicos, diversos direitos dos trabalhadores foram suprimidos”, diz o texto.

Ao ministro Gilberto Carvalho, Fabiana Matheus, coordenadora da CEE/Caixa, explicou que os admitidos após 1998 foram uns dos mais prejudicados. “Eles ingressaram como técnicos bancários, em condições desfavoráveis, com tabelas salariais defasadas e perda de direitos. De 2003 para cá, avançamos nas negociações e reconquistamos alguns benefícios. No entanto, travamos no Adicional por Tempo de Serviço (ATS) e na licença-prêmio”, afirmou.

O presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira, destacou a importância do Projeto de Lei nº 6259/2005, que garante o tratamento isonômico entre todos os empregados das instituições financeiras públicas federais. “O PL já passou por algumas comissões da Câmara dos Deputados, mas encontra-se parado na de Finanças e Tributação. É preciso abrir esse processo de negociação. Hoje, na Caixa, temos empregados de duas classes, o que gera um ressentimento na categoria. Não podemos aceitar essa distinção”, destacou.

O ministro Gilberto Carvalho prometeu conversar sobre o assunto com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e com a presidenta Dilma Rousseff.

Participaram da audiência com o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, além de Jair Pedro Ferreira e Fabiana Matheus, Genésio Cardoso (Fetec-CUT/PR), Adhemar Rovaris (Fetec-CUT/SC, SEEB Florianópolis), Eduardo Araújo de Souza (presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília) e Vanessa Sobreira Pereira (SEEB Brasília).
 
Fonte: Fenae.net
 
 
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CAIXA: Encontro em Florianópolis sobre isonomia elege representantes para o Nacional PDF Imprimir E-mail

22.08.14 - Nesta última quinta-feira, dia 21, empregados da Caixa Econômica Federal da base de Florianópolis e Região elegeram seus representantes para o Encontro Nacional de Isonomia, no dia 30 de agosto. Santa Catarina contará com 6 representantes no Encontro, sendo 3 da Fetec, 1 do SEEB Criciúma e 2 do SEEB Florianópolis.

  Dois pontos de pauta foram centrais no Encontro no SEEB Florianópolis: A luta pela concessão de Adicional por Tempo de Serviço (ATS) aos bancários que ingressaram na Caixa Econômica Federal após 1997. O benefício corresponde a 1% do salário-padrão a cada ano trabalhado, até 30% do salário. E a Licença Prêmio.

  A importância do debate na busca por avanços na luta por isonomia na Caixa é fundamental para a organização dos trabalhadores do banco, e para a militância bancária. Esse é um ponto que já se torna histórico na batalha pela garantia de direitos do maior banco público do país.  Entendemos que para avançar na isonomia precisamos compreender que só reformando as ações conjuntas, principalmente a luta na Campanha Nacional dos Bancários, será possível tal conquista.  A participação dos bancários na campanha é o que torna o debate da isonomia vivo o suficiente para fazer alguma pressão no banco. Se engaje na Campanha Nacional e reforce a luta dos bancários, é o único caminho para conseguirmos a isonomia.   

Fonte: SEEB Floripa

 

 

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Comando Nacional dos Bancários repudia intransigência da Caixa em manter Gestão de Desempenho de Pessoas PDF Imprimir E-mail

22.08.14 - GDP já atinge os gerentes gerais e será implantado em etapas ou "ondas" até 2016. O fim da medida é uma das reivindicações que integram a pauta específica dos empregados do banco na campanha salarial deste ano
 
Indignação. Esse foi o sentimento que norteou a primeira rodada das negociações específicas da campanha salarial 2014 na Caixa Econômica Federal, realizada nesta quinta-feira, dia 21 de agosto, em Brasília (DF). O encontro foi com o Comando Nacional dos Bancários, para quem é inadmissível a intransigência do banco em recusar-se a suspender imediatamente o programa Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP), que já atinge os gerentes gerais e será implantado em etapas ou “ondas” até 2016. O fim do GDP é uma das reivindicações que integram a pauta específica dos empregados do banco.

Na reunião com a Caixa, os representantes dos empregados lembraram que o GDP é uma medida imposta de forma unilateral pela direção do banco e fere todos os princípios coletivos da relação de trabalho, atuando como um verdadeiro “canto de sereia”.

O protesto contra a medida foi expresso assim por Fabiana Matheus, coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e diretora de Administração e Finanças da Fenae: “A saúde e as condições de trabalho são itens prioritários definidos pelo 30º Conecef. Não concordamos com a atrocidade que é o GDP, que institucionaliza a cobrança de metas individuais, rotula o empregado, cria remunerações variáveis e abre espaço para rankings de desempenho, com o consequente aumento no volume de situações de adoecimento no trabalho. Não aceitamos trabalhar em ambiente que adoece, com pressões cada vez maiores. Se não discutirmos o fim do programa, a saúde dos trabalhadores ficará seriamente comprometida”.

Diante do descaso da Caixa para com essa questão, a Contraf/CUT – CEE/Caixa, que representa o Comando Nacional dos Bancários na mesa de negociações com o banco, reafirmou posição contrária ao programa Gestão de Desempenho de Pessoas, justamente por priorizar a gestão de resultados e não considerar a falta de condições de trabalho que afeta o conjunto dos empregados.

O Comando Nacional considera vital, por outro lado, o permanente combate à lógica da competição e do individualismo inseridos no GDP e em outras medidas adotadas unilateralmente pelo banco. A representação nacional dos trabalhadores disse, na rodada de ontem (21), que o modelo de GDP estipula metas abusivas e deixa o ambiente propício a práticas de assédio moral, colocando ferozmente um colega contra o outro.

Outro grave problema do programa Gestão de Desempenho de Pessoas é a classificação dos trabalhadores com rótulos, chegando a serem nomeados de incipientes caso não atinjam o volume de metas abusivas estipuladas pela empresa para um determinado período, tipo caracterização que humilha o empregado. Nessa situação, sem dúvida, fica claro que o GDP está relacionado a um modelo autoritário de gestão e credita ao pescoço a responsabilidade por afrouxar a corda, daí o seu caráter de atrocidade.

Para Fabiana Matheus, a campanha salarial 2014 é o melhor momento para forçar a empresa a desistir do GDP. Ela defende a nacionalização desse debate e considera a mobilização da categoria fundamental para a conquista do fim da medida, acrescentando: “Vamos à luta. Não nos serve um programa que estabelece contrato individual de trabalho e se contrapõe frontalmente às atividades em equipe”.

A coordenadora da CEE/Caixa convoca os empregados a engrossarem as fileiras de uma campanha nacional de esclarecimento sobre o canto de sereia que é o programa Gestão de Desempenho de Pessoas. Essa mobilização por todo o país é vista como necessária para a conquista de mais e melhores benefícios.
 
Fonte: Fenae.net
 
 
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Lucro da Caixa cresce 7,9% e atinge R$ 3,4 bilhões no primeiro semestre PDF Imprimir E-mail

14.08.14 - A Caixa Econômica Federal obteve lucro líquido de R$ 3,4 bilhões no primeiro semestre de 2014, com expansão de 7,9% em relação ao mesmo período do ano passado. No segundo trimestre, em relação a 2013, o lucro aumentou 2,7%, para R$ 1,87 bilhão. O balanço foi divulgado no final da manhã desta quinta-feira (14).

A carteira de crédito ampliada do banco cresceu 28% nos 12 meses encerrados em junho, para R$ 552,1 bilhões. Houve desaceleração do crescimento, que havia sido de 33% em 12 meses encerrados em março.

A carteira de crédito comercial a pessoas jurídicas teve avanço de 17% nos 12 meses encerrados em junho e o de pessoas físicas, de 31,3%. Em março, o crédito a pessoas jurídicas havia crescido 32,5%, e a pessoas físicas, 38,5%.

O crédito imobiliário aumentou 27,3% nos 12 meses encerrados em junho e os financiamentos para saneamento e infraestrutura, 52%. 

O índice de inadimplência da Caixa subiu para 2,77% em junho, ante 2,64% observados no fim de março.

Análise do Dieese

A Subseção do Dieese na Contraf-CUT já está analisando os números do balanço semestral do BB e os resultados obtidos, sobretudo a evolução do emprego, serão divulgados ao longo do dia.


Fonte: Contraf-CUT com Valo Econômico
 
 
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