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Caixa Econômica Federal

Caixa não apresenta informações detalhadas sobre a situação dos empregados nos locais de trabalho PDF Imprimir E-mail

18.02.14 - Na quarta reunião do fórum paritário que discute as condições de trabalho, realizada na quinta-feira (13), em Brasília (DF), a Caixa Econômica Federal voltou a frustrar as expectativas dos representantes dos empregados, por mais uma vez não apresentar informações detalhadas sobre a situação da rede de agências, conforme compromisso firmado em reuniões anteriores. Representando Santa Catarina, participou da reunião o diretor do Sindicato e da FETEC-SC, Léo Paim de Mesquita.

Nessa reunião, a empresa ficou de divulgar os dados a respeito do número de empregados por unidade e de como é feito o cálculo para dimensionar o quantitativo de trabalhadores para as novas agências, assim como em relação à média de horas extras realizadas e em quais cargos ou funções isso ocorre com mais frequência.

Para justificar tal procedimento, os representantes do banco alegaram falta de clareza naquilo que havia sido solicitado pelos dirigentes sindicais. Esse descaso foi contestado pelos representantes dos empregados na comissão paritária, com o contra-argumento de que as informações a serem prestadas pela empresa são essenciais para um debate aprofundado acerca das causas da precarização no ambiente de trabalho.

A Caixa também tratou com descaso a situação dos setores responsáveis pela logística e estrutura da rede de agências, como no caso da Gilog, Gipes e Giseg. O banco alegou dificuldades em tratar do assunto por estar preparando uma reestruturação. Em resposta a esse posicionamento, os representantes dos empregados deixaram claro que a abertura de novas agências não têm sido acompanhada pela ampliação desses setores, o que tem provocado aumento excessivo de trabalho. Ocorre que, além dos problemas inerentes às novas unidades, os trabalhadores desses segmentos têm de dar conta de tarefas antigas que apresentam diversas irregularidades estruturais.

Na questão do Sipon dos caixas, a Caixa alegou problemas operacionais para acertar o sistema de ponto dos empregados com função de caixa, o que deveria ter acontecido em 23 de janeiro. Atualmente, inclusive, não está havendo interrupção da rede ao término da jornada de trabalho.

Diante disso, o banco informou que fará novo teste em agências de Brasília nesta sexta-feira (14). Caso o resultado seja positivo, o sistema que garante o funcionamento da estação única e a interrupção da rede será implantado em todo o país a partir de 25 de fevereiro.

Por outro lado, a Caixa garantiu que as agências com menos de 15 trabalhadores e empregados que optem por receber 100% das horas extras não serão prejudicados na computação de seu resultado geral. Foi explicado ainda que os bancários que queiram receber todas as horas extras devem fazer a opção pelo envio de e-mail ao banco.

Depois de questionados pelos dirigentes sindicais, os representantes da Caixa afirmaram que o termo de adesão repassado aos empregados, para que não façam a “venda casada”, foi apenas um ato administrativo. O objetivo, nesse caso, era deixar claro que a empresa não permite essa prática.

Na reunião da Comissão Paritária sobre Condições de Trabalho, os representantes dos empregados voltaram a denunciar o crescimento dos casos de assédio moral, sendo a principal queixa a ameaça de perda de função. Sobre o assunto, a Caixa informou ser contrária a qualquer tipo de pressão com esse objetivo, acrescentando que até já produziu cartilha específica direcionada aos gestores.

Foi lembrado, na ocasião, que a Caixa fez a adesão ao instrumento de combate ao assédio moral, firmado entre a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), como resultado de conquista de campanha salarial da categoria bancária. Assim, é importante que os empregados formalizem as denúncias, para que as entidades sindicais possam cobrar medidas eficazes do banco contra chefias que insistem em desrespeitar seus colaboradores.

Fonte: Fenae Net

 

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Caixa se compromete a acertar Sistema de Ponto Eletrônico PDF Imprimir E-mail

27.01.14 - A Caixa Econômica Federal pretende atualizar a versão do Sistema de Ponto Eletrônico (Sipon), sistema de ponto da "estação única", para impedir que os empregados continuem trabalhando depois de sua jornada. Isto deverá ser feito, segundo a empresa, a partir de quinta, dia 23, em todo o Brasil, com base na nova versão testada em três agências do Distrito Federal, de modo a corrigir assim a que possibilitava jornada fraudulenta nos caixas.

A informação circulou nesta terça-feira (21), em Brasília, na mesa de reunião do Fórum Paritário sobre Condições de Trabalho, integrado por representantes dos empregados e do banco. A solução para o problema é uma das reivindicações dos representantes dos empregados nesse fórum. Essa foi a terceira reunião do grupo, desde sua constituição no fim do ano passado.

Na reunião desta terça-feira, os representantes da Caixa explicaram que o sistema vai travar após o ponto eletrônico ser batido. Por outro lado, a senha do empregado funcionará apenas em um computador, para não ter possibilidade do bancário trabalhar sem registro.

Outro compromisso do banco foi transferir dos tesoureiros para os representantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) o preenchimento do Termo de Verificação de Ambiência (TVA), que contém mais de 100 questões sobre a condição física da agência, como fachada, copa, banheiro e almoxarifado. Essa, aliás, é uma reivindicação antiga dos tesoureiros, cujo cotidiano de trabalho é sobrecarregado de atribuições.

O banco também sinalizou com estudos em relação ao Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), hoje assinado por técnicos, passando a ser endossado por cipeiros e pelo gestor. Projeto-piloto com este objetivo já foi implantado em três capitais: Curitiba (PR), Goiânia (GO) e Belém (PA). O passo seguinte será cobrar da Caixa a valorização e capacitação desses representantes.

Foram debatidas ainda questões relativas ao pagamento de 100% das horas extras a empregados de agências com até 15 trabalhadores. Nesse sentido, a Caixa informou que divulgou comunicado interno em 15 de janeiro, explicando qual procedimento o gestor deverá tomar para fazer o pagamento total. Uma das ideias em estudo é a criação de fóruns regionais para analisar condições específicas.

Houve acerto na jornada, mas está faltando a Caixa trazer números sobre o dimensionamento das agências, de modo a permitir o aprofundamento da discussão sobre como melhorar as condições de trabalho e o atendimento ao cliente.

A próxima reunião do Fórum Paritário sobre Condições de Trabalho ocorrerá no próximo dia 13 de fevereiro.

Fonte: Fenae

 

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Fórum paritário sobre condições de trabalho na Caixa se reúne nesta terça PDF Imprimir E-mail

21.01.14 - O Fórum Paritário sobre Condições de Trabalho na Caixa Econômica Federal volta a se reunir nesta terça-feira (21), em Brasília. Será o terceiro encontro do grupo, formado por representantes dos empregados e da Caixa. Na última reunião, realizada em 17 de dezembro, foram debatidas demandas como jornada, assédio moral e empregados por unidade.
 
O Fórum Paritário sobre Condições de Trabalho na Caixa Econômica Federal volta a se reunir nesta terça-feira (21), em Brasília. Será o terceiro encontro do grupo, formado por representantes dos empregados e da Caixa. Na última reunião, realizada em 17 de dezembro, foram debatidas demandas como jornada, assédio moral e empregados por unidade.

A formação do Fórum foi uma conquista da Campanha Nacional dos Bancários 2013. Na reunião desta terça, será questionado o método utilizado pela Caixa para dimensionar as agências. "Temos de discutir esse método porque, na prática, não está atendendo a demanda", explica Dionísio Reis Siqueira, integrante do Fórum e da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/ Caixa), que assessora a Contraf-CUT nas negociações com o banco.

Segundo Dionísio, faltam trabalhadores e maiores investimentos nos locais de atendimento e o Fórum vai cobrar melhorias.

No Acordo de Trabalho Coletivo (ACT) firmado com a Caixa, ficou estabelecido que serão realizadas cinco reuniões e os trabalhos devem ser concluídos até 30 de março.


Fonte: Contraf-CUT com Fenae

 

 

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TST condena Caixa por terceirização ilícita de serviço de malote PDF Imprimir E-mail

05.12.13 - A Caixa Econômica Federal foi condenada a reconhecer o vínculo de emprego de um trabalhador que lhe prestava serviços na função de processamento de malote, por meio da empresa terceirizada de informática Probank. As empresas insistiram na regularidade da terceirização, mas o recurso não foi conhecido pela Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho.

Segundo o ministro Cláudio Brandão, relator do recurso, o entendimento do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) para impor a condenação às empresas decorreu de a função desempenhada pelo empregado inserir-se na atividade-fim da Caixa, prática vetada pelos princípios que protegem o trabalho humano.

Entre os fatores negativos da terceirização ilícita, o relator citou a perda econômica para o trabalhador, por receber salário inferior aos empregados efetivos da instituição; a ausência de medidas adequadas de proteção à saúde; maior instabilidade no emprego e falta de estímulo à produtividade; e ausência de organização da categoria profissional.

O ministro esclareceu que, embora a terceirização ilícita não gere vínculo de emprego com ente da Administração Pública, como a Caixa, isto não afasta, pelo princípio da isonomia, o direito do empregado terceirizado de receber as mesmas parcelas trabalhistas pertinentes aos funcionários efetivos, por aplicação analógica do artigo 12, alínea "a", da Lei 6019/74.

Com o não conhecimento do recurso, ficou mantida a decisão regional que condenou solidariamente as empresas ao pagamento das verbas trabalhista ao empregado. A decisão foi por unanimidade.


Fonte: TST

 

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