O voto é individual, mas a consequência é para todos: vote com consciência e esperança

Precisamos avançar em direitos sociais, como prevê nossa Constituição cidadã, que completa três décadas nesta sexta

Hoje, 5 de outubro de 2018, antevéspera da eleição que vai decidir o novo presidente do Brasil, é aniversário da Constituição Brasileira, a chamada ´Constituição cidadã´, por incluir direitos sociais que resultaram em políticas específicas para crianças, mulheres, indígenas, gays, deficientes. Nascida logo após o fim da ditadura, repleta de esperança no País – um País que, daqui a dois dias, não pode optar pelo ódio que inevitavelmente atingirá esses avanços.

A escolha é de cada um, mas o resultado será coletivo. Precisamos seguir com perspectivas de conquistar mais, e não de retroceder. Votar com medo e alimentar o ódio é ferir de morte a tão jovem democracia do Brasil, e ignorar que muitos deram a vida para que todos pudessem expressar suas opiniões e ir às urnas. “Filha do medo / A raiva é mãe da covardia”, canta Chico Buarque em “Caravanas”. Vamos, sim, mudar o Brasil. Mas com esperança, coragem e solidariedade entre os brasileiros.

Fonte: Rita Serrano, representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa

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