Bancários debatem Estatuto da Segurança Privada com senadores em Brasília

A Contraf-CUT participou, na manhã da quarta-feira, 13/9, da audiência pública que debateu a Estatuto da Segurança Privada, prevista em substitutivo da Câmara dos Deputados (SCD 6/2016) a projeto de lei do Senado (PLS nº 135/2010), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, em Brasília.

Gustavo Tabatinga, secretário de Políticas Sindicais da Contraf-CUT, revela que a Confederação, juntamente com a Confederação Nacional de Vigilantes & Prestadores de Serviços (CNTV), apresentaram ao relator propostas de alterações no texto inicial. “O relator e demais entidades ali representadas, inclusive a Febraban, fecharam o compromisso de na próxima versão do relatório do projeto ser excluída o texto que transformava os bancários em atividade essencial, o que nos tiraria o direto de greve.”

O texto também estabelece que as instituições financeiras tenham um plano de segurança aprovado pela Polícia Federal, que deve autorizar e fiscalizar o funcionamento das empresas de segurança e o uso de armas por seus agentes.

Para Gustavo Tabatinga, o estatuto de segurança vai modernizar a atual legislação, de 1983, e melhorar o funcionamento e a segurança das instituições financeiras. “O texto incentiva tecnologias que ajudam na vigilância das agências bancários, o que deve inibir a ação dos bandidos.”

O senador Paulo Paim (PT–RS), explicou que a proposta já aprovada na Câmara dos Deputados foi amplamente debatida entre todos os segmentos. “O ideal aqui não é marcar posição, mas sim aprovar projetos que contemplem, de preferência, empregados e empregadores. Isso é bom para todos.

Crédito foto: Agência Senado

Fonte: Contraf-CUT

COMENTÁRIOS

Enviar

ENVIAR COMENTÁRIO

Para enviar um comentário você deve se registrar. Para isso use sua conta do Facebook.

ENTRAR COM FACEBOOK

ou se preferir use seu email pessoal

Esqueceu sua senha?

Enviar