Banco do Brasil

Direção realiza reuniões nas agências do BB PDF Imprimir E-mail

 
 20.11.14 -  Dando seguimento a agenda de reuniões nas agências bancárias da base de Florianópolis e Região, dirigentes do SEEB visitaram os locais de trabalho do Banco do Brasil em Palhoça e Santo Amaro da Imperatriz. 
 
Dando seguimento a agenda de reuniões nas agências bancárias da base de Florianópolis e Região, dirigentes do SEEB visitaram os locais de trabalho do Banco do Brasil em Palhoça e Santo Amaro da Imperatriz. O objetivo dessas reuniões é fazer uma avaliação junto à base sobre os resultados da Campanha 2014. As reuniões também são uma oportunidade para compartilhar com os bancários do BB o andamento das mesas temáticas, que tratam sobre assuntos importantes para o segmento. Dentre elas, temos a mesa que debate a reestruturação das áreas meio do banco, a que trata de GEDIP e a que trata sobre as metas no BB.
Para o Dirigente Luiz Toniolo, Secretário de Comunicação e Imprensa do SEEB, "temos que estar presentes junto aos bancários, para levarmos informações das negociações em andamento e dar o devido encaminhamento de suas demandas". 
 
 
 
 

 
 

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Após manifestaçoes, Banco do Brasil prorroga prazo para reestruturação PDF Imprimir E-mail

13.11.14- Em resposta ao ofício enviado pela Contraf-CUT e às manifestações em todo o país, o Banco do Brasil informou que haverá extensão do prazo para readequação do quadro das dependências até 12 de janeiro de 2015.

O banco também reforçou o compromisso em dialogar com as entidades representativas dos funcionários no sentido de minimizar os impactos com realocação das pessoas envolvidas no processo.

A Contraf-CUT havia solicitado a suspensão do processo em razão dos problemas nas diversas localidades, com dificuldade de realocação e perdas devido ao fato de o plano de funções não ter sido devidamente dimensionado. Novas reuniões com o BB serão agendadas para apresentação de soluções aos problemas apresentados pelos funcionários.

Na última segunda-feira (10), os funcionários das Gecex de todo o país realizaram atividades com paralisações em protesto ao processo de reestruturação. 


Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, "a prorrogação em 30 dias ajudará no processo de realocação em algumas localidades, mas ainda é insuficiente para a solução de todos os problemas. Continuaremos a insistir na suspensão do processo até que sejam dadas as garantias que não haverão perdas para os funcionários".

 

 

Fonte: Contraf-CUT

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Oficio encaminhado ao banco pede suspensão imediata de todas as reestruturações PDF Imprimir E-mail

06.11.14 - A Contraf-CUT orienta todos os sindicatos das localidades envolvidas no processo de reestruturação das Gecex (Gerências Regionais de Comércio Exterior) e dos CSA (Centros de Suporte do Atacado) façam atividades com paralisação de duas horas em virtude dos problemas ocasionados pela centralização dos serviços de comércio exterior.

Contraf-CUT orienta atividades dia 10 contra a reestruturação no BB   
 
A Contraf-CUT orienta todos os sindicatos das localidades envolvidas no processo de reestruturação das Gecex (Gerências Regionais de Comércio Exterior) e dos CSA (Centros de Suporte do Atacado) façam atividades com paralisação de duas horas em virtude dos problemas ocasionados pela centralização dos serviços de comércio exterior.

A reestruturação nas Gecex provocará fechamentos do setor em algumas cidades e prejuízos aos funcionários, com perdas de salários e obrigação de mudança de localidade. Mesmo nas cidades onde os serviços serão ampliados, há perda de salários para funcionários envolvidos.

A Contraf-CUT e os sindicatos têm visitado os locais de trabalho e discutido diariamente com o Banco do Brasil os problemas da rapidez estabelecida nesse processo de reestruturação. A Contraf-CUT já solicitou ao BB a suspensão do processo de reestruturação. 

Veja aqui o ofício enviado pela Confederação ao banco. 

Os funcionários estão muito preocupados com a obrigatoriedade de migração para o novo plano de funções do BB que traz perda de salários e dificulta a realocação em outras unidades.

Os sindicatos devem convocar todos os funcionários a participarem das atividades e denunciar os problemas desse processo, bem como mais uma vez denunciar o plano de funções que a diretoria do banco criou sem prever os prejuízos a milhares de funcionários nos processos de reestruturação e centralização de serviços.

"Causa surpresa aos funcionários a pressa que a diretoria do banco quer dar ao processo nesse momento de mudança do presidente da empresa. O ditado popular diz que a pressa é inimiga da perfeição e neste caso a imperfeição é da falta de diálogo e respeito aos funcionários, uma vez que não foram dadas garantias aos funcionários que terão perda salarial ou serão obrigados a se transferir para outra cidade", critica Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.
 
Fonte: Contrafcut
 
 
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Contraf-CUT debate reestruturação nas Gegex e CSA com Banco do Brasil PDF Imprimir E-mail

 
31.10.14 - Em negociação ocorrida nesta terça-feira (28), em Brasília, a Contraf-CUT, federações e sindicatos debateram com o Banco do Brasil o processo de reestruturação na Diretoria Corporate Bank (Dicor), envolvendo as Gerências Regionais de Apoio ao Comércio Exterior (Gecex) e os Centros de Suporte do Atacado (CSA).
Em negociação ocorrida nesta terça-feira (28), em Brasília, a Contraf-CUT, federações e sindicatos debateram com o Banco do Brasil o processo de reestruturação na Diretoria Corporate Bank (Dicor), envolvendo as Gerências Regionais de Apoio ao Comércio Exterior (Gecex) e os Centros de Suporte do Atacado (CSA).
"Havia a previsão de o banco apresentar dados detalhados sobre quais localidades serão afetadas e quantos funcionários serão envolvidos", afirma Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, que assessora a Contraf-CUT nas negociações com o banco.
No início da reunião, a Comissão de Empresa repudiou a atitude do banco em fazer uma reunião com a representação dos trabalhadores e, ao mesmo tempo estar comunicando o processo nos locais de trabalho. 
Por falta de algumas informações, a reunião foi interrompida a pedido da Comissão de Empresa para que o BB pudesse trazer dados mais detalhados sobre o processo.
Após a suspensão, o banco apresentou que haverá processos de centralização dos processos nas cidades de Belo Horizonte, Curitiba e São Paulo.
Essa centralização provocará fechamento ou redução de quadros da área operacional de algumas Gecex e CSA em Fortaleza, Vitória e Caxias do Sul, que ficarão apenas com a área negocial vinculada ao prefixo centralizador.
Sem diálogo com os funcionários
Haverá redução total de 50 vagas nos prefixos de CSA e de 90 vagas nas Gecex, ao tempo em que serão criadas novas dotações em São Paulo (220 vagas), Curitiba (120 vagas) e Belo Horizonte (90 vagas). 
O processo de centralização cortará vagas nas seguintes cidades:
- Campinas: 33
- Brasília: 19
- Porto Alegre: 37
- Rio de Janeiro: 30
- Blumenau: 37
- Ribeirão Preto: 3
- Caxias do Sul: 20
- Salvador: 1
- Recife: 12
- Fortaleza: 9
- Vitória: 13
A previsão é de conclusão da reestruturação até março de 2015, sendo que algumas áreas já serão afetadas em janeiro.
A Comissão de Empresa cobrou do banco a quantidade de cargos afetados em cada localidade e as respostas sobre a obrigação de migração para o novo plano de funções. A representação dos funcionários reivindicou o cumprimento do acordo de que nenhum funcionário seja obrigado a migrar para o novo plano com perda de salários.
Os dirigentes sindicais solicitaram também ao banco um diálogo maior para todos os atingidos sejam realocados sem nenhuma perda salarial e que tenham garantia de realocação.
Pedido de suspensão imediata da reestruturação
Após a negociação, a Comissão de Empresa se reuniu e tomou a decisão de encaminhar ao Banco do Brasil, através da Contraf-CUT, um ofício com o pedido de suspensão imediata de todos os processos de reestruturação, considerando que faltam garantias aos trabalhadores e, ainda, por estarmos num momento de transição na empresa, conforme tem sido noticiado na imprensa.
Para Marco Silvano, Presidente do SEEB Floripa e membro da Comissão de Empresa, "o BB não pode implantar uma reestruturação de forma unilateral, sem diálogo.Por isto o movimento sindical é contra e o pedido de suspenção imediata do processo é o mínimo quando não há diálogo entre as partes para a proteção do trabalhador".  
Fonte: Contraf-CUT e  SEEB Floripa 
 



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