Banco do Brasil

Comando cobra saúde, condições de trabalho e mais contratações do BB PDF Imprimir E-mail

26.08.14 - A primeira rodada de negociação específica da Campanha 2014 entre o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT e assessorado pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, e o Banco do Brasil aconteceu nesta sexta-feira (22), em Brasília. Foi debatido o tema Saúde e Condições de Trabalho, onde houve cobrança pela melhoria no plano de saúde, críticas ao plano odontológico e proposta de um plano melhor administrado pela Cassi.
 
Crédito: Guina Ferraz - Contraf-CUT

A primeira rodada de negociação específica da Campanha 2014 entre o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT e assessorado pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, e o Banco do Brasil aconteceu nesta sexta-feira (22), em Brasília. Foi debatido o tema Saúde e Condições de Trabalho, onde houve cobrança pela melhoria no plano de saúde, críticas ao plano odontológico e proposta de um plano melhor administrado pela Cassi. Também foi discutido o fim das discriminações aos funcionários oriundos de bancos incorporados e aos trabalhadores com deficiência.

NOVAS CONTRATAÇÕES

Os dirigentes sindicais cobraram do BB mais contratações, uma vez que nos últimos anos o banco tem reduzido o número de funcionários, o que tem gerado sobrecarga de trabalho em praticamente todas as unidades.

Dados retirados no mesmo dia da negociação do Sistema de Informações do Banco do Brasil (SISBB) apontam que há no país cerca de 5.600 vagas em aberto.

O Comando reivindicou do banco a reposição desses postos de trabalho, uma vez que o banco já abriu e ainda inaugurará novas agências. "Não faz sentido todas as unidades reclamarem da falta de funcionários, o banco não contratar e ainda abrir 86 agências reduzindo o quadro de pessoal", afirma Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa.

GEDIP

Os representantes dos funcionários cobraram também do BB uma solução para o aprimoramento dos processos envolvendo o GEDIP - a apuração de falhas em serviço, que tem sido feito em rito sumário, responsabilizando os bancários e muitas vezes colocando o risco do negócio para os trabalhadores, quando é responsabilidade do banco.

O BB anunciou que na próxima negociação anunciará algumas mudanças já em andamento nesse processo.

LICENÇA SAÚDE E DESCOMISSIONAMENTOS

Um grande mal que tem acometido os bancários do BB é o descomissionamento quando o funcionário fica mais de 90 dias em licença saúde. A norma interna prevê que entre 90 e 180 dias a prerrogativa de retirar a comissão referente ao cargo é de competência das unidades. Após 180 dia é automático.

Os dirigentes sindicais reivindicaram que seja criada uma forma de dar maior proteção aos trabalhadores em licença saúde quando do seu retorno.


De acordo com Marco Silvano, Presidente do Seeb Florianópolis “os dirigentes sindicais reivindicaram que seja garantida uma maior proteção aos trabalhadores em licença saúde quando do seu retorno, sem o risco da perda da função”.

 O mesmo vale para os processos de reestruturação. “O Banco não pode desconsiderar o esforço do funcionário e os méritos na construção de sua carreira e precisa preservar a sua remuneração”, acrescenta o dirigente de Santa Catarina.  

PSO

Após cobrança do Comando, o banco informou que já tem debatido com as diretorias os temas sobre Plataforma de Suporte Operacional (PSO), que agrega caixa, gerente de serviço e tesouraria, e que apresentará propostas durante o decorrer do processo negocial.

CASSI E PLANO DE SAÚDE

A representação dos funcionários fez questão de afirmar ao BB que muitas propostas acerca das questões de saúde dos trabalhadores envolvem o convênio do banco com a Cassi, mas não necessariamente devam ser tratadas na Caixa de Assistência.

O banco sempre afirma que as questões de Cassi devem ser resolvidas na Cassi entre banco e eleitos.

"Quando falamos dos benefícios e auxílios previstos nos acordos e normativos, estamos falando de plano de saúde e não de Cassi, para que não haja discriminação aos funcionários oriundos de bancos incorporados", salienta Wagner.

"O que acontece muitas vezes é que o banco cria dificuldades para estender um benefício a um funcionário incorporado, pois o normativo exige que ele seja filiado à Cassi. Ao mesmo tempo, o banco não permite que ele se filie à Cassi. Outra questão importante é que melhorias na Cassi estão entre as reivindicações dos funcionários e vamos sim levar para a mesa de negociações e até constar em acordo assinado como em anos anteriores", ressalta o coordenador da Comissão de Empresa.

O diretor eleito da Cassi, William Mendes, participou da reunião como ouvinte, auxiliando os funcionários nas questões envolvendo a operacionalização do convênio BB/Cassi e o encaminhamento das propostas na Caixa de Assistência.

EXPECTATIVAS

"Embora as respostas concretas, com mais profundidade, devem sair nos próximos debates, a nossa expectativa é de que possamos avançar ao longo de todo o processo de negociação. Os casos envolvendo a cobrança diária de metas, no nosso entender, têm causado adoecimentos e piorado significativamente as condições de trabalho. Por isso, o debate foi bastante intenso nas questões envolvendo licenças de saúde e proteção contra descomissionamento no retorno de licenças", avaliou Wagner do Nascimento.

CALENDÁRIO DE NEGOCIAÇÕES ESPECÍFICAS

O Comando definiu com o BB duas novas rodadas para os próximos dias 1º e 12 de setembro, onde serão debatidos os temas de segurança bancária, igualdade de oportunidades e remuneração.

Ao longo do processo negocial, novas rodadas poderão ser marcadas.


Fonte: Contraf-CUT

 

 

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Banco do Brasil reduz salário após promoção PDF Imprimir E-mail

17.07.14 - Denúncias dão conta de que bancários que passaram para a função de gerente constataram redução. Entre os casos que chegaram à entidade está o de um assistente promovido à gerência, mas que passou a receber R$ 200 a menos
 
São Paulo – Ser promovido, mas ter redução no salário. Essa situação tem sido denunciada por bancários que passaram para a função de gerente e que, ao receberem o holerite, constataram redução de R$ 100, R$ 200 em suas remunerações. A medida do Banco do Brasil é ilegal e está sendo contestada pelo Sindicato.

Entre os casos que chegaram à entidade está o de um assistente promovido à gerência, mas que passou a receber R$ 200 a menos. “Agora sou gerente de relacionamento e percebo que isto não é vida pra ninguém. Preferia ter passado para a função de caixa”, desabafou o empregado, acrescentando que apenas suas responsabilidades e as cobranças por metas aumentaram.

Segundo o diretor executivo do Sindicato Ernesto Izumi, a diferença é provocada devido a essas pessoas terem sido colocadas em faixas do Plano de Funções Comissionadas (PFC) – imposto pelo Banco do Brasil no começo de 2013 – cuja composição foi alterada, o que reduziu, por exemplo, as verbas salariais em relação ao antigo plano. “Além de ter suas responsabilidades aumentadas, o funcionário não pode mais voltar para a antiga função, pois ela foi extinta pelo banco”, relata o dirigente sindical. ”Essa medida de rebaixar salário, no entanto, é ilegal, pois as pessoas não podem ter redução de salário. Estamos cobrando que a empresa reveja os casos e se isto não ocorrer tomaremos outras medidas.”

Fonte: SEEB SP
Jair Rosa – 10/7/2014
 
 
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BB é condenado em R$ 5 milhões por suposto abuso na cobrança de metas PDF Imprimir E-mail

09.07.14 - A 4ª Vara do Trabalho de Teresina (PI) condenou o Banco do Brasil em R$ 5 milhões por suposta exposição de gerentes à cobrança abusiva de metas, através de mensagens por celular e e-mail. Cabe recurso da decisão ao Tribunal Regional do Trabalho.
 
BB é condenado em R$ 5 milhões por suposto abuso na cobrança de metas

A 4ª Vara do Trabalho de Teresina (PI) condenou o Banco do Brasil em R$ 5 milhões por suposta exposição de gerentes à cobrança abusiva de metas, através de mensagens por celular e e-mail. Cabe recurso da decisão ao Tribunal Regional do Trabalho.

A sentença também obriga a instituição bancária a contratar profissionais especializados em saúde mental no trabalho para elaboração de diagnóstico sobre as condições organizacionais.

Contatado pelo UOL, o banco informou que "não compactua com qualquer prática de assédio" e que irá recorrer da decisão.

O BB foi processado pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) após denúncia feita pelo Sindicato dos Bancários, que alegava que os funcionários adoeciam por causa de pressões sofridas no ambiente de trabalho.

Pelo menos quatro trabalhadores foram afastados de suas atividades e diagnosticados com síndrome de Burnout (exaustão emocional ou estresse, que pode causar a incapacidade temporária ou até definitiva do trabalhador).

De acordo com a procuradora do Trabalho Maria Elena Rego, autora da ação, os gerentes eram submetidos a pressões psicológicas.

"O banco adotou um sistema baseado no medo e no terror. Por isso os empregados desenvolveram doenças físicas e psíquicas. Com essa sentença, o judiciário piauiense demonstra seu compromisso com os princípios trabalhistas e os direitos fundamentais do trabalhador", diz.
 
Fonte: UOL
 
 
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Polícia investiga caixa eletrônico falso instalado em supermercado de Criciúma PDF Imprimir E-mail

24.06.14 - Equipamento acoplado a caixa simulava sistema de banco e roubava informações dos clientes. Às 14h30min de sábado, um cliente suspeitou do caixa e acionou a Polícia Militar, que apreendeu o equipamento. O sistema funcionava de modo idêntico ao do Banco do Brasil, mas não permitia que os clientes sacassem dinheiro.

Um simples caixa eletrônico dentro de um supermercado no Centro de Criciúma, no Sul do Estado, acabou se transformando em uma armadilha para clientes. Acoplado na parte da frente da máquina, um aparato falso simulava o sistema do banco, inclusive com espaço para inserir o cartão, e roubava informações dos usuários. 

O sistema funcionava de modo idêntico ao do Banco do Brasil, mas não permitia que os clientes sacassem dinheiro.  A Divisão de Investigação Criminal (DIC) da Polícia Civil de Criciúma, investiga o caso e tenta descobrir se alguma informação particular foi repassada pela internet. O equipamento foi encaminhado à Delegacia de Polícia da cidade. 

As câmeras internas do supermercado – localizado na Avenida Centenário – mostram três homens instalando o equipamento em um caixa do Banco do Brasil por volta das 22h de sexta-feira, mas não é possível identificá-los. Eles se passaram por clientes comuns e não chamaram a atenção dos funcionários do estabelecimento. 

Às 14h30min de sábado, um cliente suspeitou do caixa e acionou a Polícia Militar, que apreendeu o equipamento.
 
Fonte: DC
 
 
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