Banco do Brasil

Banco do Brasil desrespeita acordo e Sindicato cobra na DRT PDF Imprimir E-mail

 
22.10.14 - Em reunião na DRT, Sindicato cobra o cumprimento do acordo pelo Banco do Brasil com relação a compensação de horas da greve. Nesta sexta, dia 24, haverá nova reunião com a presença de representantes do BB e do Sindicato. No entendimento do Sindicato, repassado aos representantes do MTE e da DRT, a realização de um hora de intervalo só pode ser considerada em horas extraordinárias. 
 
  A direção do Sindicato dos Bancários de Florianópolis e Região se reuniu nesta quarta-feira, dia 22, com o Superintendente do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Luiz Miguel Vaz Viegas, na Delegacia Regional do Trabalho da Capital (DRT), para buscar uma saída quanto ao tensionamento do Banco do Brasil em relação à compensação de horas de greve. Diferente de anos anteriores, este ano o BB tem exigido, em algumas unidades, o fracionamento de jornada para a compensação das horas de greve.Também participou da reunião desta quarta o Chefe de Inspeção do Trabalho da DRT, Roberto Cláudio Lodetti.
 
  No entendimento do Sindicato, repassado aos representantes do MTE e da DRT, a realização de um hora de intervalo só pode ser considerada em horas extraordinárias. No texto do acordo coletivo, na cláusula de Dias não Trabalhados (greve), em seu parágrafo primeiro, lê-se: A jornada compensatória a que se refere o Caput não será considera jornada extraordinária nos termos da Lei.
 
  O Sindicato dos Bancários de Florianópolis e Região reafirma a orientação já publicada anteriormente com relação à compensação de horas. Os bancários NÃO devem assinar nenhum documento relacionado à compensação. A direção do SEEB entende que esse tensionamento descabido fere o bom senso que deve nortear as relações entre trabalhadores e patrões. A pressão pelo fracionamento de jornada, desconsiderando ou distorcendo o texto do acordo, é algo desnecessário e compromete o grau de confiança entre as partes, fundamental em futuras negociações.
 
Fonte: SEEB Floripa
 
 
  Section:  Notícias - File Under:  Banco do Brasil  |  
 
Orientação sobre a compensação das horas de greve PDF Imprimir E-mail

17.10.14 - Orientação sobre a compensação das horas de greve
A direção do Sindicato dos Bancários de Florianópolis e Região, após diversas manifestações de contrariedade de colegas do Banco do Brasil, pela forma como alguns gestores têm agido em relação à compensação dos dias da greve, esclarece:
 
- ao fim das negociações que resultaram na assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho, o Comando Nacional, a Comissão de Empresa e os representantes do Banco do Brasil, compreendendo que as negociações transcorreram de forma equilibrada e respeitosa, concluíram que o retorno ao trabalho deveria ocorrer de forma a refletir o ambiente negocial. Sendo assim, O Banco do Brasil, ao comprometer-se na íntegra com o que foi clausulado na Convenção assinado com a Fenaban, orientaria os gestores para que a exigência de compensação das horas de greve tivesse o bom senso como norteador de seu cumprimento. Ou seja, levando-se em consideração as possibilidades de cada funcionário e a necessidade em virtude de tarefas represadas, preservando o bom clima organizacional.
 
- no texto da cláusula 57 da CCN, em seu Caput se lê: Os dias não trabalhados entre 30 de setembro de 2014 e 06 de outubro de 2014, por motivo de paralisação, não serão descontados e serão compensados, com a prestação de jornada suplementar de trabalho, limitada a 1 (uma) hora diária, da seguinte forma (...)
 
Como se lê, o Acordo firmado prevê que se possa realizar, quando a normalização das tarefas assim o exigir, jornada suplementar de no máximo uma hora, sempre em comum acordo entre as partes.
Por isso, no entendimento do Comando Nacional, da Comissão de Empresa do BB e da direção do SEEB, não deve ser admitido nenhum tipo de pressão sobre a compensação de horas, sendo indevida a exigência de assinatura por parte do funcionário de qualquer documento ou termo que se refira aos dias parados, afora as autorizações legais para realização de jornada suplementar.
 
Como até o momento, por razões estranhas ao processo de construção do acordo, o bom senso tem faltado a alguns gestores, a direção do Seeb orienta aos colegas do BB que enfrentarem qualquer situação em desacordo com esse entendimento que não realizem qualquer compensação e aguardem novas orientações (www.seebfloripa.com.br).
 
Enquanto isso, as direções da Contraf e do Seeb estarão buscando junto ao Ministério Público do Trabalho e a Delegacia Regional do Trabalho a mediação para solucionar o impasse.
 
 
 

  Section:  Notícias - File Under:  Banco do Brasil  |  
 
Crise na educação: Neri apresenta o boletim e é reprovado PDF Imprimir E-mail

01.10.14 - Como vem ocorrendo nos últimos anos, às vésperas da greve nacional dos bancários, o diretor de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas, Carlos Eduardo Leal Neri, enviou mais um boletim interno aos funcionários do BB. Ao mesmo tempo em que ressalta "os níveis de respeito e maturidade alcançados nas relações trabalhistas no BB", o diretor convida os bancários a um momento de análise e a uma reflexão, buscando influenciar a categoria na tomada de decisão nas assembleias e no nível de participação no movimento.
 

Vamos refletir.

Quando Neri destaca a curva ascendente de salários, não menciona que os ganhos reais obtidos nos últimos anos foram fruto da mobilização dos trabalhadores e conquistados somente após as greves. E que, embora nossos acordos sejam referência para outras categorias no país, ainda estamos muito longe de recuperar os prejuízos herdados dos tempos de Collor e FHC.

Neri também se esqueceu de citar o arrocho salarial promovido pelo Plano de Funções Gratificadas, implementado unilateralmente pelo BB, o desrespeito à jornada de trabalho legal, as distorções provocadas pela falta de isonomia de direitos e salários entre funcionários do BB pré e pós 98 e de bancos incorporados.

Mais grave ainda, como um dos responsáveis pela Gestão de Pessoas, não fez qualquer menção em relação ao crescimento exponencial das denúncias em razão do assédio moral institucionalizado no banco, fruto de descomissionamentos arbitrários, da discriminação aos grevistas, da verdadeira onda de inquéritos administrativos e avaliações distorcidas de desempenho.

 

Reação dos comissionados e a unidade da categoria

A reação dos Comissionados do Banco do Brasil na Campanha Salarial de 2013, principalmente em nossa base, foi uma inequívoca demonstração de força dessa parcela da categoria e da capacidade de mobilização e participação do funcionalismo.

Numa ação inédita, parcela expressiva dos comissionados visitou agências, debateu os principais problemas enfrentados no dia a dia com os demais colegas, conquistou adesões, mobilizou, organizou.

Em reunião no dia 2 de outubro de 2013, data histórica para o segmento, lavraram em Ata o compromisso de permanecerem mobilizados e organizados após a campanha salarial, participando dos fóruns da categoria com o objetivo de construírem em unidade a pauta de reivindicações do funcionalismo do BB. E acima de tudo, assumiram o compromisso de Solidariedade, em resistência a qualquer ação discriminatória do BB em retaliação aos grevistas.

Na oportunidade, diversos itens foram destacados como fundamentais nas negociações com o Banco do Brasil, como o fim da função/comissão após o afastamento do trabalho por doença superior à 90 dias, o fim da lateralidade, com o retorno das substituições, o fim das metas na GDP, o respeito ao estabelecido no Sinergia, o fim das salas de crédito, a aplicação do modelo BB 2.0 em sua plenitude, o respeito ao Banco de Talentos e Oportunidades (TAO), o pagamento de bônus gerencial para os comissionados do PSO, a extinção do caixa-líder, entre outros.

Em 2014, resultado dos Encontros Estadual e Nacional dos funcionários do Banco do Brasil, a Minuta de Reivindicações contempla todos os itens daquela reunião. Todos foram temas de debate da Comissão de Empresa com a direção do Banco. Convidamos os colegas a acessarem as páginas do SEEB Florianópolis e da Contraf e o site da negociação coletiva do BB. Todas as informações estão lá.

 

Retomada

Vamos retomar juntos a caminhada pela construção de uma nova realidade no Banco do Brasil! Queremos melhores condições de trabalho, de saúde e segurança. Queremos melhor remuneração.

Queremos respeito ao funcionalismo. Queremos uma Gestão de Pessoas que valorize o esforço de todos, sem privilégios e sem discriminação. Vamos demonstrar novamente que os funcionários do BB sabem se organizar, mobilizar e cumprir compromissos.

TODOS NOVAMENTE NO FLATELANZA!

Escadaria do Rosário, na Trajano.

NESSA QUINTA-FEIRA, 2 DE OUTUBRO, ÀS 8 HORAS DA MANHÃ.

  Section:  Notícias - File Under:  Banco do Brasil  |  
 
Banco do Brasil apresenta proposta com poucos avanços e a greve é inevitável PDF Imprimir E-mail

25.09.14 - A quarta rodada de negociação, realizada nesta quarta-feira 24 em Brasília entre a direção do Banco do Brasil e o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT e assessorado pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, pouco avançou nas propostas econômicas e sociais. O banco apresentou o índice de reajuste de 7,0%, o mesmo oferecido pela Fenaban, que significa 0,61% de aumento real.

O Comando Nacional avalia que o Banco do Brasil pode avançar mais na pauta de reivindicações dos bancários e alerta a categoria que o momento agora é de total mobilização para pressionar os patrões. Assembleias para indicativo de greve a partir do dia 30 estão marcadas pelos sindicatos em todo o país.

O BB apresentou algumas ações de combate ao assédio sexual com três treinamentos. O primeiro será um curso para gestores que estão na função e funcionários que concorrerão à vaga de gestores para mediação de conflitos. O segundo será um curso sobre assédio moral e sexual, e o último, sobre gestão organizacional. Os treinamentos serão considerados para pontuação no programa de talentos e oportunidades do BB (TAO).

O banco também propôs o pagamento em dinheiro do vale-transporte nos mesmos moldes existentes para os funcionários que desejarem. Outra proposta do BB é o bloqueio de todos os sistemas e aplicativos para o funcionário que esteja fora do ponto eletrônico.

Durante a negociação, o BB se comprometeu com a autorização da hora extra até dezembro de 2014 para os funcionários que aderiram à jornada de 6 horas.

Funcionalismo pressiona BB

Os representantes dos trabalhadores frisaram que há várias questões importantes que precisam ser avaliadas pelo banco, tais como a forma de cobrança de metas abusivas e metas incluídas no programa de Gestão de Desenvolvimento de Competências (GDP).

"Não estamos discutindo o fim das metas, mas a quantidade exigida e modo de pressão que é praticado pelos bancos, que tem comprovadamente adoecido a categoria", avalia Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

O dirigente também denunciou o ranqueamento velado praticado pelo banco com mapeamentos onde constam nomes de carteira, nome da agência, bem como grupos nos whatsap de cobranças de metas e assédio aos bancários.

O banco tampouco nada sinalizou em relação a mudanças nos atuais moldes de substituição e incorporação de função.

"As propostas apresentadas pelo banco são apenas uma pequena parte das nossas reivindicações debatidas nas mesas de negociação. A empresa nada propôs em relação a mais contratações, revisão do plano de funções, substituições de licenciados, valorização da gerência média e pautas específicas do PSO e das CABB e revisão da Gedip", criticou Wagner. Para ele, há vários itens que o BB pode avançar e que não trazem impactos financeiros para o banco, como uma regulação da forma de cobrança das metas diárias que tem sido objeto de assédio e adoecimento.

"Outro vazio na proposta do banco são as questões envolvendo plano de saúde e previdência de todos os funcionários, inclusive os egressos dos bancos incorporados pelo Banco do Brasil.
Com a proposta apresentada pelos bancos de 7% na mesa da Fenaban, complementada por essa proposta específica do BB, a orientação é de lotar as nossas assembleias, rejeitar a proposta e irmos à greve a partir do dia 30", convoca o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

As reivindicações não atendidas pelo BB são as seguintes:

Plano de Carreira e Remuneração (PCR)

O funcionalismo reivindica a mudança do interstício para 6%, a inclusão dos escriturários na carreira de mérito, a mudança da pontuação diária de cada grupo e a retroatividade do mérito dos caixas a 1998.

Volta da substituição

O Comando insiste na volta das substituições. Desde 2007, quando foram suspensas, têm causado enorme prejuízo aos funcionários e ao banco, devido a não formação de novos comissionados com experiência e treinamento necessários para o exercício do cargo.

Previdência complementar

Os bancários querem a inclusão dos funcionários oriundos de bancos incorporados nos planos administrados pela Previ, a criação de um novo benefício com base na PLR para os Planos 1 e Previ Futuro e também o resgate da parte patronal no plano Previ Futuro e a diminuição das taxas de carregamento. 

Plano de Funções

Desde que o banco implantou unilateralmente o novo plano de funções, várias distorções foram criadas com prejuízo aos bancários de funções técnicas e gerenciais.

Os bancários reivindicam a criação de um plano negociado com os funcionários, com aumento dos Valores de Referência (VR) e das gratificações de função, evitando as verbas de complemento, que subtraem as promoções por mérito e antiguidade. Também querem a criação de módulos básicos e avançados em todos os cargos gerenciais, inclusive no de Supervisor de Atendimento.

Ainda sobre o plano de funções, foi debatida a criação da comissão de pregoeiro para os funcionários que trabalham nas áreas de licitação e a função de analista técnico social para os responsáveis por programas sociais, como financiamento imobiliário do Minha Casa Minha Vida.

Incorporação da comissão

Assim como já acontece em outras empresas, os bancários reivindicam que no BB haja a incorporação de 100% do Valor de Referência ,ao passo de 10% do VR ao ano em cada cargo exercido. 

Gerência média

As principais reivindicações desse segmento são a melhoria dos VR, a equiparação dos gerentes de relacionamento do carteirão com os demais gerentes de atendimento personalizado e equiparação de gerentes de grupo e de setor.

Reestruturações

Devido ao grande número de reestruturações em andamento dentro do banco, muitas vezes os funcionários envolvidos perdem os cargos ou parte dos salários devido à mudança de locais de trabalho. Os bancários reivindicam a criação de uma proteção aos salários nesses casos. O Comando propôs a criação de uma mesa temática exclusiva para tratar de reestruturações, com o objetivo de convencionar patamares mínimos de proteção aos bancários.

CABB

Os bancários cobram do banco a apresentação de propostas para os funcionários da CABB, cuja mesa temática foi realizada no meio do ano e ainda há muitas pendências a serem resolvidas.

Folgas da Justiça Eleitoral

Os funcionários também questionaram o BB sobre a edição de uma Instrução Normativa que trata das folgas da Justiça Eleitoral. Os bancários têm reclamado que está havendo muitos conflitos com o que determinam os tribunais eleitorais e os gestores do BB. 

Demais reivindicações

Os bancários também reivindicam a redução das taxas de empréstimos e de financiamentos aos funcionários, a retirada de metas de avaliação da GDP e a extensão do vale-cultura para todos os funcionários.


Fonte: Contraf-CUT, com Seeb Brasília
 
 

  Section:  Notícias - File Under:  Banco do Brasil  |  
 
«InícioAnterior12345678910PróximoFim»

Página 1 de 86
Bradesco lucra R$ 11,2 bilhões até setembro, mas corta 1.640 empregos

31.10.2014 - Bradesco lucra R$ 11,2 bilhões até setembro, mas corta 1.640 empregos
Mesmo obtendo um lucro líquido ajustado de R$ 11,227 bilhões nos primeiros nov...

Lucro do Bradesco atinge R$ 11,2 bilhões até setembro, alta de 24,7%

30.10.14 - Lucro do Bradesco atinge R$ 11,2 bilhões até setembro, alta de 24,7% - O Bradesco abriu na manhã desta quinta-feira (30) a temporada de balanços das instituiç...

Saúde Caixa: Reunião do GT Saúde nesta quinta-feira inicia debate sobre utilização do superávit

29.10.14 - Saúde Caixa: Reunião do GT Saúde nesta quinta-feira inicia debate sobre utilização do superávitAté a data de 15 de dezem...

SEEB - Sindicato dos Bancários de Florianópolis e Região
Rua Visconde de Ouro Preto, 308 - Florianópolis - SC
Fone (48)
3224-7113 - FAX (48) 3223-3103