Banco do Brasil

Comando debate remuneração com BB PDF Imprimir E-mail

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Jailton Garcia - Contraf-CUT

 15.09 Dirigentes sindicais cobraram atendimento da pauta específica dos funcionários


Na terceira rodada de negociações da Campanha 2014 com o Banco do Brasil, realizada nesta sexta feira, dia 12, em São Paulo, o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT e assessorado pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, debateu as reivindicações econômicas da pauta específica dos trabalhadores do banco.

Plano de Carreira e Remuneração (PCR)

O PCR foi bastante discutido, onde as principais propostas apresentadas pelos bancários são a mudança do interstício para 6%, a inclusão dos escriturários na carreira de mérito, a mudança da pontuação diária de cada grupo e a retroatividade do mérito dos caixas a 1998.

Volta da substituição

O Comando insistiu na volta das substituições. Desde 2007, quando foram suspensas, têm causado enorme prejuízo aos funcionários e ao banco, devido a não formação de novos comissionados com experiência e treinamento necessários para o exercício do cargo.

Previdência complementar

Na parte sobre planos de previdência, entre as muitas reivindicações da minuta, foi debatida a inclusão dos funcionários oriundos de bancos incorporados nos planos administrados pela Previ, a criação de um novo benefício com base na PLR para os Planos 1 e Previ Futuro e também o resgate da parte patronal no plano Previ Futuro e a diminuição das taxas de carregamento. 

Plano de Funções

Desde que o banco implantou unilateralmente o novo plano de funções, várias distorções foram criadas com prejuízo aos bancários de funções técnicas e gerenciais.
Os bancários reivindicam a criação de um plano negociado com os funcionários, com aumento dos Valores de Referência (VR) e das gratificações de função, evitando as verbas de complemento, que subtraem as promoções por mérito e antiguidade.

Foi proposto pelo Comando a criação de módulos básicos e avançados em todos os cargos gerenciais, inclusive no de Supervisor de Atendimento.

Incorporação da comissão

Assim como já acontece em outras empresas, os bancários reivindicam que no BB haja a incorporação de 100% do Valor de Referência ,ao passo de 10% do VR ao ano em cada cargo exercido. 

Gerência média

Foram apresentadas propostas para as reivindicações dos funcionários da gerência média, como a melhoria dos VR, a equiparação dos gerentes de relacionamento do carteirão com os demais gerentes de atendimento personalizado e equiparação de gerentes de grupo e de setor.

Ainda sobre o plano de funções, foi debatida a criação da comissão de pregoeiro para os funcionários que trabalham nas áreas de licitação e a função de analista técnico social para os responsáveis por programas sociais, como financiamento imobiliário do Minha Casa Minha Vida.

Reestruturações

Devido ao grande número de reestruturações em andamento dentro do banco, muitas vezes os funcionários envolvidos perdem os cargos ou parte dos salários devido à mudança de locais de trabalho. Os bancários reivindicam a criação de uma proteção aos salários nestes casos.

Foi sugerida pelo Comando a criação de uma mesa temática exclusiva para tratar de reestruturações, com o objetivo de convencionar patamares mínimos de proteção aos bancários.

CABB

Os bancários cobraram do banco a apresentação de propostas para os funcionários da CABB, cuja mesa temática foi realizada no meio do ano e ainda há muitas pendências a serem resolvidas.

Folgas da Justiça Eleitoral

Os dirigentes sindicais também questionaram o BB sobre a edição de uma Instrução Normativa que trata das folgas da Justiça Eleitoral. Os bancários têm reclamado que está havendo muitos conflitos com o que determinam os tribunais eleitorais e os gestores do BB. 

Demais reivindicações

Os bancários detalharam e discutiram com o banco a implantação de demais reivindicações contidas na minuta sobre remuneração, como a implantação de menores taxas de empréstimos e financiamentos aos funcionários, a retirada de metas de avaliação da GDP e a extensão do vale-cultura para todos os funcionários.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, foi uma reunião importante para o debate aprofundado das propostas que são reivindicações colhidas nas bases e aprovadas nos congressos. 

Segundo ele, "é fundamental que o banco apresente soluções aos problemas apresentados, pois muitos deles não são apenas questões econômicas, mas contribuem significativamente para a melhoria das condições de trabalho".

"Temos expectativa de avanços depois de um ano de lucro alto com a contribuição direta dos funcionários. Queremos que a valorização dos funcionários saia dos boletins pessoais do banco, das matérias de revistas, jornais e passe efetivamente para a prática, através de novas cláusulas no acordo coletivo de trabalho", avalia Wagner.

Fonte: Contraf-CUT 

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Denúncia envolvendo presidente do Banco do Brasil deve ser apurada PDF Imprimir E-mail

04.09.14 - Denúncia envolvendo presidente do Banco do Brasil deve ser apurada - Nesta última semana alguns jornais divulgaram notícias envolvendo o presidente Banco do Brasil, a maior instituição financeira do país. Segundo relato de uma testemunha, ela teria realizado serviços de transporte e pagamento de valores em espécie e em montante significativo, seguidas vezes, por solicitação daquele mandatário.

Considerando a gravidade do tema, a Contraf-CUT defende que os órgãos de fiscalização da República devem exercer seu papel: investigar e responsabilizar aqueles que, porventura, tiverem cometido mal feitos ou ilegalidades.

Instituições como o Ministério Público e a Polícia Federal estão capacitadas para trazer à luz a verdade dos fatos e, dentro dos preceitos legais, dar à sociedade as respostas necessárias propondo, ainda, as penas cabíveis, se culpa ou dolo for constatado.

Para a Contraf-CUT, é importante a preservação da instituição Banco do Brasil e de seus funcionários, pela sua importância para o país como agente de fomento de políticas públicas e do desenvolvimento econômico e social, que é do interesse de toda a sociedade brasileira.


Fonte: Contraf-CUT
 
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Comando cobra saúde, condições de trabalho e mais contratações do BB PDF Imprimir E-mail

26.08.14 - A primeira rodada de negociação específica da Campanha 2014 entre o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT e assessorado pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, e o Banco do Brasil aconteceu nesta sexta-feira (22), em Brasília. Foi debatido o tema Saúde e Condições de Trabalho, onde houve cobrança pela melhoria no plano de saúde, críticas ao plano odontológico e proposta de um plano melhor administrado pela Cassi.
 
Crédito: Guina Ferraz - Contraf-CUT

A primeira rodada de negociação específica da Campanha 2014 entre o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT e assessorado pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, e o Banco do Brasil aconteceu nesta sexta-feira (22), em Brasília. Foi debatido o tema Saúde e Condições de Trabalho, onde houve cobrança pela melhoria no plano de saúde, críticas ao plano odontológico e proposta de um plano melhor administrado pela Cassi. Também foi discutido o fim das discriminações aos funcionários oriundos de bancos incorporados e aos trabalhadores com deficiência.

NOVAS CONTRATAÇÕES

Os dirigentes sindicais cobraram do BB mais contratações, uma vez que nos últimos anos o banco tem reduzido o número de funcionários, o que tem gerado sobrecarga de trabalho em praticamente todas as unidades.

Dados retirados no mesmo dia da negociação do Sistema de Informações do Banco do Brasil (SISBB) apontam que há no país cerca de 5.600 vagas em aberto.

O Comando reivindicou do banco a reposição desses postos de trabalho, uma vez que o banco já abriu e ainda inaugurará novas agências. "Não faz sentido todas as unidades reclamarem da falta de funcionários, o banco não contratar e ainda abrir 86 agências reduzindo o quadro de pessoal", afirma Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa.

GEDIP

Os representantes dos funcionários cobraram também do BB uma solução para o aprimoramento dos processos envolvendo o GEDIP - a apuração de falhas em serviço, que tem sido feito em rito sumário, responsabilizando os bancários e muitas vezes colocando o risco do negócio para os trabalhadores, quando é responsabilidade do banco.

O BB anunciou que na próxima negociação anunciará algumas mudanças já em andamento nesse processo.

LICENÇA SAÚDE E DESCOMISSIONAMENTOS

Um grande mal que tem acometido os bancários do BB é o descomissionamento quando o funcionário fica mais de 90 dias em licença saúde. A norma interna prevê que entre 90 e 180 dias a prerrogativa de retirar a comissão referente ao cargo é de competência das unidades. Após 180 dia é automático.

Os dirigentes sindicais reivindicaram que seja criada uma forma de dar maior proteção aos trabalhadores em licença saúde quando do seu retorno.


De acordo com Marco Silvano, Presidente do Seeb Florianópolis “os dirigentes sindicais reivindicaram que seja garantida uma maior proteção aos trabalhadores em licença saúde quando do seu retorno, sem o risco da perda da função”.

 O mesmo vale para os processos de reestruturação. “O Banco não pode desconsiderar o esforço do funcionário e os méritos na construção de sua carreira e precisa preservar a sua remuneração”, acrescenta o dirigente de Santa Catarina.  

PSO

Após cobrança do Comando, o banco informou que já tem debatido com as diretorias os temas sobre Plataforma de Suporte Operacional (PSO), que agrega caixa, gerente de serviço e tesouraria, e que apresentará propostas durante o decorrer do processo negocial.

CASSI E PLANO DE SAÚDE

A representação dos funcionários fez questão de afirmar ao BB que muitas propostas acerca das questões de saúde dos trabalhadores envolvem o convênio do banco com a Cassi, mas não necessariamente devam ser tratadas na Caixa de Assistência.

O banco sempre afirma que as questões de Cassi devem ser resolvidas na Cassi entre banco e eleitos.

"Quando falamos dos benefícios e auxílios previstos nos acordos e normativos, estamos falando de plano de saúde e não de Cassi, para que não haja discriminação aos funcionários oriundos de bancos incorporados", salienta Wagner.

"O que acontece muitas vezes é que o banco cria dificuldades para estender um benefício a um funcionário incorporado, pois o normativo exige que ele seja filiado à Cassi. Ao mesmo tempo, o banco não permite que ele se filie à Cassi. Outra questão importante é que melhorias na Cassi estão entre as reivindicações dos funcionários e vamos sim levar para a mesa de negociações e até constar em acordo assinado como em anos anteriores", ressalta o coordenador da Comissão de Empresa.

O diretor eleito da Cassi, William Mendes, participou da reunião como ouvinte, auxiliando os funcionários nas questões envolvendo a operacionalização do convênio BB/Cassi e o encaminhamento das propostas na Caixa de Assistência.

EXPECTATIVAS

"Embora as respostas concretas, com mais profundidade, devem sair nos próximos debates, a nossa expectativa é de que possamos avançar ao longo de todo o processo de negociação. Os casos envolvendo a cobrança diária de metas, no nosso entender, têm causado adoecimentos e piorado significativamente as condições de trabalho. Por isso, o debate foi bastante intenso nas questões envolvendo licenças de saúde e proteção contra descomissionamento no retorno de licenças", avaliou Wagner do Nascimento.

CALENDÁRIO DE NEGOCIAÇÕES ESPECÍFICAS

O Comando definiu com o BB duas novas rodadas para os próximos dias 1º e 12 de setembro, onde serão debatidos os temas de segurança bancária, igualdade de oportunidades e remuneração.

Ao longo do processo negocial, novas rodadas poderão ser marcadas.


Fonte: Contraf-CUT

 

 

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Banco do Brasil reduz salário após promoção PDF Imprimir E-mail

17.07.14 - Denúncias dão conta de que bancários que passaram para a função de gerente constataram redução. Entre os casos que chegaram à entidade está o de um assistente promovido à gerência, mas que passou a receber R$ 200 a menos
 
São Paulo – Ser promovido, mas ter redução no salário. Essa situação tem sido denunciada por bancários que passaram para a função de gerente e que, ao receberem o holerite, constataram redução de R$ 100, R$ 200 em suas remunerações. A medida do Banco do Brasil é ilegal e está sendo contestada pelo Sindicato.

Entre os casos que chegaram à entidade está o de um assistente promovido à gerência, mas que passou a receber R$ 200 a menos. “Agora sou gerente de relacionamento e percebo que isto não é vida pra ninguém. Preferia ter passado para a função de caixa”, desabafou o empregado, acrescentando que apenas suas responsabilidades e as cobranças por metas aumentaram.

Segundo o diretor executivo do Sindicato Ernesto Izumi, a diferença é provocada devido a essas pessoas terem sido colocadas em faixas do Plano de Funções Comissionadas (PFC) – imposto pelo Banco do Brasil no começo de 2013 – cuja composição foi alterada, o que reduziu, por exemplo, as verbas salariais em relação ao antigo plano. “Além de ter suas responsabilidades aumentadas, o funcionário não pode mais voltar para a antiga função, pois ela foi extinta pelo banco”, relata o dirigente sindical. ”Essa medida de rebaixar salário, no entanto, é ilegal, pois as pessoas não podem ter redução de salário. Estamos cobrando que a empresa reveja os casos e se isto não ocorrer tomaremos outras medidas.”

Fonte: SEEB SP
Jair Rosa – 10/7/2014
 
 
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